|
| | | Dados: | | Fundação: 1767 | Habitantes: 615.000 | Altitude: 600m | CEP: 12200-000 | | DDD: |

Foto: Prefeitura Município do Vale do Paraíba, cortado pela Rodovia Presidente Dutra, importante pólo tecnológico. Possui o maior complexo aeroespacial da América Latina. Diversas fábricas conhecidas estão isntaladas lá e possui uma inserção estratégica no eixo Rio-São Paulo. |
|
Supõe-se que o aldeamento dos índios Guaianazes - fundado pelo Padre José de Anchieta no local onde hoje se situa São José dos Campos - tenha sido iniciado mais ou menos ao mesmo tempo que a Capitania de São Vicente. Quando a lei de 10 de Setembro de 1611 que regulamentava aldeamentos indígenas nos pontos que melhor conviessem aos interesses do Reino, foi posta em vigor, os índios deslocaram-se para o interior (para os sertões). Entre os antigos aldeamentos, distantes de Piratininga e que vieram a merecer a atenção dos jesuítas, figurava, para as bandas de leste, o aldeamento de São José localizado no Bairro do Rio Comprido, a 10 km de onde hoje se situa a cidade. Então, os padres trazendo mais alguns silvícolas, conseguiram entrar em entendimentos com os índios e dar certa vida ao aldeamento mas, devido às desvantagens da localização deste, resolveram buscar um ponto melhor. De 1643 a 1660, os religiosos obtiveram para os índios diversas léguas de terras, concedidas por João Luís Mafra, cavalheiro fidalgo de Sua Majestade. Essas terras situavam-se em magnífica planície, onde hoje se acha São José dos Campos. E a aldeia progredia mais e mais, passando a ser denominada "Vila Nova de São José". Em 1650, foram concedidas algumas sesmarias a Francisco João Leme, Antonio Siqueira Afonso e sua mulher Antonia Pedrosa de Morais, Siqueira Afonso permaneceu nas imediações do aldeamento e João Leme abriu fazenda no Bairro do Jardim. Sabe-se ainda que a organização urbana no plano teórico e prático da aldeia, é obra atribuída ao padre jesuíta Manoel de Leão, cuja principal ocupação era a de ser administrador, estando em São Paulo desde o ano de 1663, encontrava-se à frente das fazendas mais remotas. Entre estas, figurava-se o aldeamento em solo joseense. Após longos anos de lento progredir, foi descoberta uma taba no local conhecido por "Lavras". Em contato com esses outros selvagens, os índios da Vila Nova de São José trouxeram amostras de puríssimo ouro, e que naturalmente despertou a atenção para a Serra da Mantiqueira, nas proximidades do Rio do Peixe, nas imediações do Bairro das Lavras, um lugar alagadiço da atual Fazenda Montes Claros, hoje conhecido como "Tanque dos Índios". Em 1769, os jesuítas foram expulsos; com isso, alguns brancos agregaram-se aos índios sob a direção de José de Araújo Coimbra, Capitão-Mor de Jacareí e deram impulso à povoação. Por ordem do Governador Geral, D. Luiz Antonio de Souza Botelho Mourão, a 27 de Julho de 1767, pelo Ouvidor e Corregedor Salvador Pereira da Silva, foi criada a vila com o nome de São José do Paraíba - sem ter sido freguesia. Este fato é absolutamente anormal para a época e determinou críticas ao procedimento do Governador. A partir de 1871, o município passou por duas fases distintas: o desenvolvimento agrícola - com forte preponderância da cultura do café - e a criação da estância climática, conseqüência natural de seus bons ares. A emancipação à categoria de Vila não foi um fator determinante para o seu progresso, que por muitos anos manteve as mesmas características de uma pequena vila com predominância do setor rural. A principal dificuldade de São José era o fato de a Estrada Real passar fora de seus domínios. Em meados do século XIX, a Vila de São José do Paraíba já demonstrava alguns sinais de crescimento econômico com o desenvolvimento da agricultura. O algodão teve uma rápida evolução na região quando São José conseguiu algum destaque e cuja produção atinge seu apogeu em 1864. Nesse mesmo ano, a 22 de abril, a Vila é elevada à categoria de cidade. E, em 1871 recebe a atual denominação de São José dos Campos, seguida pela criação da Comarca em 1872. Quase simultaneamente, há o desenvolvimento da cultura cafeeira no Vale do Paraíba que começa a ter alguma expressão a partir de 1870, já contando, inclusive com a participação de São José. No entanto, foi no ano de 1886, quando já contava com o apoio da Estrada de Ferro inaugurada em 1877, que a produção cafeeira joseense teve seu auge, mesmo num momento em que já acontecia a decadência dessa cultura na região, conseguindo ainda algum destaque até por volta de 1930. A procura do município de São José dos Campos para o tratamento de tuberculose pulmonar, teria se tornado perceptível no início deste século, devido às condições climáticas supostamente favoráveis. Entretanto, somente em 1935, quando o município foi transformado em Estância Hidromineral, que São José passou a receber recursos oficiais que puderam ser aplicados na área sanatorial. Com o advento dos antibióticos nos anos 40, a tuberculose começa a receber tratamento ambulatorial, caracterizando assim o fim da função sanatorial até então exercida por São José, num momento que já é crescente a vinda de estabelecimentos industriais para a cidade. O processo de industrialização do município, toma impulso a partir da instalação do Centro Técnico de Aeronáutica-CTA, em 1950 e também com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, possibilitando assim uma ligação mais rápida entre Rio de Janeiro e São Paulo e cortando a parte urbana de São José dos Campos. A conjunção desses fatores permitiu que o município caminhasse para o potencial científico-tecnológico em que se encontra. Origem do Nome A povoação teve várias denominações: Vila Nova de São José, Vila de São José do Sul e Vila de São José do Paraíba, tendo como esta última, foros de cidade. Em atenção ao aspecto topográfico, pela Lei Provincial nº47, de 2 de Abril de 1871, passou a chamar-se São José dos Campos. |
LOCALIZAÇÃO ACESSOS E DISTÂNCIAS RODOVIÁRIAS |
Belo Horizonte (MG) - 611 km Brasília (DF) - 1.114 km Caçapava (SP) - 22 km Camanducaia (MG) - 177 km Campos do Jordão (SP) - 93 km Caraguatatuba (SP) - 84 km Igaratá (SP) - 35 km Jacareí (SP) - 16 km Jambeiro (SP) - 32 km Joanópolis (SP) - 118 km Monte Verde (MG) - 210 km Monteiro Lobato (SP) - 33 km Piracaia (SP) - 100 km Rio de Janeiro ( RJ ) - 321 km São Paulo (SP) - 84 km (BR 116) - 97 km (SP 70) Sapucaí Mirim (MG) - 85 km Santos (SP) - 160 km Taubaté (SP) - 42 km | Acessos Rodoviários Rodovia Federal BR-116 (Presidente Dutra) Sentido leste-oeste, atendendo as cidades do eixo São Paulo-Rio. Condições podem ser consideradas muito boas, um dos principais fatores foi a recente privatização desta rede. Rodovia Estadual SP-50 Sentido norte-sul, interligando SJC ao sul de Minas (Campos do Jordão, Pouso Alegre-MG, etc.). Condições da malha podem ser consideradas boas. Rodovia Estadual SP-99 (Rodovia Tamoios) Sentido norte-sul, interligando SJC ao litoral norte (Caraguatatuba, São Sebastião, etc.). Condições da malha podem ser consideradas boas. Rodovia Estadual Carvalho Pinto Sentido leste-oeste, atendendo as cidades do eixo Região Metropolitana de São Paulo-Vale do Paraíba, fazendo conexão com a Rod. Tamoios. Condição da malha pode ser considerada muito boa. Rodovia Estadual D. Pedro I Sentido norte-sul, interligando o Vale do Paraíba à Campinas e interior do estado. A condição desta rede pode ser considerada muito boa.
| A tecnologia de ponta das indústrias dos setores aeroespacial e defesa, automotivo e de telecomunicações em São José dos Campos tem inserido o município no cenário internacional e tem se tornado o grande atrativo para vinda de visitantes. São José dos Campos também oferece excelente infra-estrutura de comércio e serviços, caracterizando-se com um Centro Regional de compras, com 5 shopping centers, redes de atacadistas como Carrefour, Ciro Atacadista, Wal Mart, Apoio, Makro, Uemura entre outros. A cultura circula diariamente em 3 teatros que apresentam festivais de teatro e dança e em 18 modernas salas de cinema da rede Cinemark que exibem sempre os filmes mais recentes. Exposições de artes, workshops empresariais e científicos movimentam um grande fluxo de visitantes que também contam com ótimos hotéis, bares e restaurantes. São José dos Campos está entre as 25 cidades do país com melhores condições para se viver, conforme aponta o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) da Organização das Nações Unidas (ONU). A qualidade de vida é encontrada por todo o município. O verde é uma constante em sua paisagem. Clubes de campo, parques e praças comprovam o respeito que a população tem com a sua ecologia, mantendo 62,62% da sua área territorial como Área de Proteção Ambiental. Destaque deve ser dado ao Banhado com 5 milhões de m2 em frente ao centro da cidade, a Reserva Ecológica Augusto Ruschi e ao Parque da Cidade que tem como acervos a residência da família Olivio Gomes, obra do arquiteto modernista Rino Levi, e o paisagismo do renomado paisagista Roberto Burle Marx. A taxa de analfabetismo de São José é de 4,2% da População em Idade Ativa (com 10 anos ou mais). Nos últimos 20 anos, a cidade registrou uma significativa queda no índice de mortalidade infantil. Em 1997, para cada 1.000 nascidos vivos, 16,45 crianças com até um ano morreram. Nesse mesmo período, a média do estado de São Paulo ficou em 21,60. O município conta com mais de 1.000 leitos distribuídos por 17 hospitais. O Distrito de São Francisco Xavier é um dos locais mais charmosos do município. Suas matas abrigam fauna e flora da Serra da Mantiqueira, inclusive o macaco Muriqui que está em fase de extinção. O clima de serra, cachoeiras, trilhas, e o pequeno núcleo de São Francisco Xavier surpreendem os visitantes habituados aos arranha-céus do centro urbano de São José dos Campos. |
|
Acesse também nosso Guia de Estradas | UTILIDADE PÚBLICA informações úteis para você |
Correios Av. Dr. Nelson D’ Ávila, 90 CEP 12245-030 Telefone: (012) 321-2969
Posto Telefônico Praça Cônego Lima, 54 CEP 12210-080 Telefone: (012) 3341-8676 BOMBEIROS Corpo de Bombeiros do Vale do Paraíba 11º GI Telefone: (012) 3329-2111 POLÍCIA MILITAR Comando de Policiamento de Área do Interior – Cpai-1
Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9931 – Jardim Augusta CEP 12216-580 Telefone: (012) 3322-9666
1º Batalhão De Polícia Militar do Interior Av. Dep. Benedito Matarazzo, 9931 – Jardim Augusta CEP 12216-580 Telefone: (012) 3321-4077
Polícia Rodoviária Estadual – 1º Batalhão – 3ª Cia. – 2º Pelotão Rodovia dos Tamoios Km 04, SP 99 – Vila São Bento CEP 12231-590 Telefone: (012) 3322-2945/321-6563 POLÍCIA CIVIL Delegacia Regional de Polícia do Vale do Paraíba
Av. Andrômeda, 2000 – Jardim Satélite CEP 12230-000 Telefone: (012) 3331-4187/4000
Delegacia Seccional de Polícia de São José dos Campos Rua Sebastião Humel, 395 – Centro CEP 12209-000 Telefone: (012) 3321-0099
Delegacia de Trânsito de São José dos Campos – Ciretran Av. Mário Galvão, 56 – Centro CEP 12209-400 Telefone: (012) 3321-3530
Guarda Municipal (Proteção do Patrimônio Público) Av. Felício Savastano, 401 – Vila Industrial CEP 12220-270 Telefone: (012) 3347-8042/8012 DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER Casa de Cultura
Telefone: (012) 3326-1123
Sub-prefeitura Telefone: (012) 3326-1177
Unid. de Pronto Atendimento Telefone: (012) 3326-1226
Polícia Militar Telefone: (012) 3326-1204 TURISMO ECOLÓGICO E RURALFauna e Flora Operadora de Turismo Ltda.
Rua XV de Novembro, 385 São Francisco Xavier Fone: (012) 326-1240
Centro de Apoio ao Turista Rua XV de Novembro, 269 São Francisco Xavier Fone: (012) 3326-1278/9
ONG Pró-Mantiqueira Estrada do Bonsucesso, km 40 São Francisco Xavier Fone/Fax: (012) 3382-2980
Filhos da Terra Rua Ezequiel Alves Graciano, 169 São Francisco Xavier Fone: (012) 3326-1326 |
|
|
| |
ÚLTIMAS NOTÍCIAS:
|
VOCÊ ACAMPOU DE UM ANO PRA CÁ?
Então avalie o(s)
camping(s) e ajude a
enriquecer nosso
GUIA
FORMULÁRIO
|
CAMPINGS
RECOMENDADOS:
 |
| |