Paraty é uma porta para o passado, um momento do século XVII que se conservou para o deleite de quem a visita. Nada se compara ao prazer de caminhar nas ruas calçadas com pedras pés-de-moleque a apreciar um dos mais belos conjuntos arquitetônicos do tempo do Brasil - colônia. É um passeio fora do tempo, olhando as casas com suas janelas coloridas, grades lindas, plantas brotando das paredes e um desenho aqui e ali adornando para sempre suas fachadas singelas. Quantas e deliciosas pequenas lojinhas com uma variedade infinda de artesanatos e produtos locais. Todas entremeadas com as mais agradáveis pousadas, algumas muito caseiras outras realmente sofisticadas, atendendo e satisfazendo todos os gostos. E há ainda os dias em que a maré alta adentra pelo Centro Histórico que além de surpreendente é de uma rara beleza. A beleza natural se impõe na sua baía com mais de 300 praias e dezenas de ilhas. Sair de barco continua sendo uma aventura como na época das descobertas ou do ciclo do ouro. Os tesouros são suas inúmeras praias rodeadas de exuberante vegetação e imersas no silêncio e encanto da floresta tropical. Acrescentando a tudo isso uma cozinha de frutos do mar, de refinados e renomados restaurantes, conhecida e muito apreciada em todo país. Há quase 3 séculos se fabrica pinga em Paraty. Esta, já foi uma atividade que reuniu mais de 200 engenhos. Os que ficaram com essa antiga tradição podem ser visitados e seus produtos degustados. Para um encontro mais próximo com a Mata Atlântica, caminhadas podem ser organizadas para explorar o Parque Nacional da Serra da Bocaina com seus rios e cachoeiras e o espetáculo de sua exuberante floresta. Fonte: citybrazil |
Bairro Histórico de Paraty 
Foto: Marcos Pivari | O conjunto arquitetônico se revela nos detalhes dos edifícios , na composição dos quarteirões , no trabalho das ruas , no calçamento de pedras pé-de-moleque , com caimento no piso , formando calha . Também se manifesta com a colocação das igrejas nos quadrantes do conjunto, na localização geográfica a nível do mar e na procura do equilíbrio entre a natureza e a forma urbana desejada.
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Engenho Boa Vista | A 6 km de Paraty - Sede. Construção data, provavelmente, do século XVIII. Foi um dos mais tradicionais alambiques de Paraty, produtor da primeira versão da cachaça "Quero-Essa" cuja fórmula hoje é da cachaça Coqueiro . Edificação conjugada da casa de fazenda, com engenho de aguardente, típica arquitetura rural / industrial. |
Forte Defensor Perpétuo 
Foto: Marcos Pivari | Construído em 1703, foi reconstruído em 1722 recebendo , nesta época o título de Defensor Perpétuo em homenagem a D. Pedro I. Dos sete fortes que defenderam Paraty da invasão dos piratas, é o único ainda existente. A construção que anteriormente abrigava as instalações militares, os alojamentos dos soldados e a cadeia, assemelha-se a uma construção residencial do século XVIII. Destaca-se ainda, junto ao forte, vestígios da antiga muralha de pedra e os canhões, e é uma das poucas casas de pólvora das fortificações brasileiras. No local funciona o Museu de Artes e Tradições Populares de Paraty. Localiza-se entre as praias do Pontal e de Jabaquara Morro do Forte |
Igreja de Nª Sª da Conceição | A 19 km de Paraty - Sede. Construção de 1720. No entanto, uma das edificações que faz parte do conjunto arquitetônico da fazenda data de 1849. |
Igreja de Nª Sª do Rosário e São Benedito 
Foto: site oficial | Erguida em 1722 e reedificada em meados de 1757. Anteriormente denominada Igreja de Nossa Senhora e São Benedito. Possui nos altares de São Benedito e São João Batista a mais importante talha das igrejas de Paraty . |
Igreja de Santa Rita 
Foto: Marcos Pivari | Construída em 1722, constitui-se a mais antiga edificação religiosa da cidade e até a conclusão da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, foi a Matriz de Paraty. Nela funciona o Museu de Arte Sacra da cidade. Largo de Santa Rita |
Matriz de Nossa Senhora dos Remédios 
Foto: Marcos Pivari | A primeira edificação, de 1646, em taipa, foi demolida e, em seu lugar, iniciada outra maior, de pedra e cal, concluída em 1712 que, por sua vez, deu lugar à construção atual, iniciada em 1787 e concluída somente em1873. Nossa Senhora dos Remédios substituiu São Roque como padroeiro do povoado, por imposição de D. Maria Jácome de Mello, quando da doação de suas terras para o crescimento do povoado. |
Mercado de Peixes 
Foto: Marcos Pivari | Mercado de Peixes da cooperativa dos pescadores. Encontra-se pescados da região por ótimos preços. No mesmo balcão há mais de um vendedor. Não estranhe se perceber certa rivalidade entre eles. Escolha os melhores preços e ofertas além da qualidade do pescado. |
Museu de Arte Sacra de Paraty | Criado em 1973, contém cerca de 200 peças em seu tesouro paroquial, dentre eles prataria, ourivesaria, imagens, mobiliários e demais objetos encontrados em outras igrejas do município. Destaca-se a imagem de Nossa Senhora dos Remédios e de Nossa Senhora da Expectação. |
Fazenda Murycana 
Foto: Marcos Pivari | Fazenda de Engenho de cana de açúcar encravada na Serra da Bocaina. Pode-se visitar o engenho, museu de peças antigas, trilha, cachoeira e animais diversos. O restaurante serve pratos típicos e há degustação de licores e cachaças artesanais. Estrada para Cunha (trecho de asfalto) após 4 km do trevo. Após a Ponte Branca (1ª), seguir a direita por terra (900m). Ingresso pago |