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Artigo escrito por Marcos Pivari
Atual Administração do CCB ENGANA seus associados. São Paulo, julho de 2005 Não é de hoje que a diretoria do Camping Clube do Brasil usa de propaganda enganosa para iludir os atuais e futuros sócios campistas. Várias são as reclamações de equipamentos inexistentes e falsas informações por parte do CCB, via jornal e e-mail. Tais informações inconsistentes ou até criminosas causam grandes desconfortos aos campistas que acabam por viver situações embaraçosas. O exemplar do mês de agosto de 2005 do Jornal “O CAMPISTA” traz como reportagem o camping de Garibaldi que, como constatado no mês de julho pela equipe do MaCamp, está interditado. No sétimo mês do ano, a equipe do MaCamp agendou uma viagem para o Sul do País e passaria pelos campings de Garibaldi e Canela. Chegamos a ligar para o camping e obtivemos a notícia de guarda camping Altamir que o estabelecimento estava fechado, já que não contava com água e luz por falta de pagamento. O MaCamp enviou então um e-mail para o CCB e a resposta foi que o RS-04 estava em pleno funcionamento com exceção da cantina. Ao chegarmos lá, nos deparamos com um camping completamente abandonado e descobrimos através de Altamir que o CCB não paga seu salário há oito anos e que liga na administração quase todos os dias, mas nunca obtém respostas. O exemplar de agosto do jornal “O Campista” reserva a reportagem de primavera e publica o camping RS-04 como alternativa para os campistas no Rio Grande do Sul. Divulga equipamentos inexistentes em um estabelecimento sem a menor condição de acampamento. O Macamp insiste: Campista ligue, informe-se, não conte com informações do jornal da associação ou internet. Conheça a real situação do RS-04 no MaCamp. Reportagem enganosa do camping de Garibaldi – “O Campista” 08/2005 Portaria do Camping: Abandonada, serve para a secagem do milho. Foto: Marcos Pivari 07/2005
O mesmo acontece com o Camping de Praia de Leste – PR-04. Há mais de um ano que está interditado, mas o jornal e o site oficial continuam divulgando-os enganosamente. O site MaCamp tem o DEVER de informar o campista. email: contato@macamp.com.br
Artigo escrito por Marcos Pivari CCB perde mais uma área de camping - UBATUBA II-Perequê Açú
O camping instalado em 1974 em convenio com a FUMEST (Fomento de Urbanização e Melhoria das Estâncias do Estado de São Paulo), que custeou sua construção e infra-estrutura, teve sua posse transferida em 1989 para prefeitura municipal com a extinção daquele órgão. A partir de 1995 travaram-se lutas jurídicas até culminar na extinção da área. Notícias veiculadas por parte da administração do CCB amenizam o fato, propondo que a área do camping Ubatuba I – RJ-04 na Praia de Maranduba poderá absorver a demanda de ambos os campings presentes na cidade e de que não houve chances de luta para que não se perdesse tal área. Tudo isso seria aceitável se não fosse o histórico de perdas de O campista José Roberto Caltelli, em desabafo ao site MaCamp, relatou o fato de ter sito despejado junto seu trailer do CCB-UbatubaII. No dia 24/01/2007 sua filha tomou conhecimento do fechamento do camping por mensagens publicadas via orkut. José Roberto então não teve sucesso ao tentar telefonar diretamente ao Sr. Ademar Moesia de Albuquerque (diretor executivo), já que o mesmo não atendeu. Apenas foi informado pela secretária de que o setor jurídico iria tomar providências. O tal setor jurídico somente poderia ser o então guarda camping Sr. João, já que foi o mesmo que acertou uma prorrogação de reintegração de posse para o dia 27/01/2007. Neste mesmo dia, às 16 horas saiu o último trailer, exatamente o do Sr. José Roberto. Assim como os demais trailers presentes, fora aberto com a ajuda de um chaveiro pela justiça, vistoriados e lacrados dias anteriores. A principal insatisfação do Sr. José Roberto ocorre pelo descaso por parte da administração do CCB que omitiu o fato de poder perder o estabelecimento para a prefeitura sob processo jurídico que se arrastava há anos e de que o CCB já vinha sendo informado desde o mês de abril de 2006 sobre a reintegração. O site MaCamp entende que os proprietários dos trailers só foram permitidos a retirar seus equipamentos, já que a briga era pelo terreno e não por dívidas, como é o caso de muitos dos campings da mesma rede. Correm relatos de imensas dívidas impagáveis. O fato do camping de Ubatuba II prova que mesmo que a administração saiba que um camping irá ser lacrado não avisará seus associados e estes certamente perderão os direitos sobre seus equipamentos. Nem mesmo após saber que os associados teriam uma última chance de salvar seus equipamentos, a administração se omitiu. Tal ocorrência preocupa os demais associados, já que se tem notícias de inúmeras áreas em dívidas e em brigas judiciais que não são veiculadas ou informadas aos associados por meio do jornal e site do CCB. A qualquer momento o campista pode ver seu equipamento retido pela justiça sem que a administração sequer alertasse dos problemas.
Resta aos campistas esperarem por maiores surpresas desagradáveis enquanto a associação se afunda em suas dívidas, percalços judiciais e má administração. O site MaCamp agradece a colaboração do Sr. José Roberto Castelli e se abre para receber outros relatos. Certamente ajudará outros campistas.
Artigo escrito por Marcos Pivari CCB perde mais uma área de camping - RN-01 NaTal 11/08/2007
Segundo relatos de campistas locais e pesquisas que duraram o último mês, a equipe de reportagem do MaCamp chegou a conclusões bastante tristes sobre a associação. Seis meses após a perda da área da Praia do Perequê Açú em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, o Camping Clube do Brasil acaba de perder judicialmente mais uma área, agora na cidade de Natal - RN. Como comumente ocorre, a administração do clube não deixa a par seu quadro social, por meio de seu jornal, as reais condições de seu patrimônio. Como já acontecido com outras áreas, o atual terreno do CCB em Natal-RN (RN-01) não pertence realmente à associação e sim por regime de comodato. Na realidade o terreno em questão pertence à empresa DATANORTE (Companhia de Processamento de dados do Rio Grande do Norte) que estava emprestado por 30 anos, tendo este prazo vencido em 31/12/2005. Não tendo o réu (CCB) devolvido o terreno após esta data, a citada empresa requereu sua reintegração de posse no início de 2007, através de processo 001.07.204224-0 no tribunal de justiça do Estado. O mesmo poderá ser consultado no site: http://www.tjrn.gov.br .
foto: site do CCB
Segundo relatos dos campistas que freqüentam o local, a decisão judicial de reintegração de posse já foi concedida. Segundo o campista Sr. José Dias do Nascimento, o oficial de justiça já estava, em julho, com o mandado em mãos e autorizado a utilizar de força policial se preciso. Conta ainda o Sr. José Dias que vários campistas freqüentadores estavam surpresos e de mãos atadas, assim como o funcionário guarda-camping que se encontra com salário atrasado. Diante dos fatos que vêm acontecendo frequentemente, fica apenas mais uma dúvida no ar: Até quando o quadro social do Camping Clube do Brasil irá tolerar o tipo de administração que atualmente se encontra no poder? Está definitivamente provado que a administração atual do CCB não possui a mínima competência para defender os interesses da associação. Isso porque o grupo de campistas do RN-01, antevendo a derrocada do CCB fundou uma associação denominada ASSOCIAÇÃO POTIGUAR DE CAMPISMO - APCAMP. Este grupo promoveu junto à DATANORTE e ao GOVERNO DO ESTADO gestões que buscaram promover o campismo do Brasil, buscando o aproveitamento daquele terreno para este fim, ou até cedendo outra área. O resultado foi mesmo a criação do NATAL CAMPING, sob administração da APCAMP. A APCAMP possui todo o apoio do site Macamp. Não é preciso destacar que mesmo sabendo do resultado do processo, o CCB não fez questão de informar seus associados do fato, através de seu Jornal "O Campista". E foi além: Divulgou em sua edição de férias o camping de Natal como opção de viagem e hospedagem. Destacamos também que o estabelecimento TAMBÉM estava incluso na lista de reajustes de valores de pernoites do CCB.
DIVERSOS PONTOS NEGATIVOS...
Infelizmente não é só este problema que apresenta a administração geral do CCB. A equipe MaCamp reuniu neste último mês diversos depoimentos, além de investigação em um dos campings da rede.
Depoimentos de campistas trouxeram fatos inusitados, como o da festa da Costelada em Caldas Novas. Até as 23 horas do dia anterior à festa a direção Nacional do CCB ainda não confirmava o evento, além de dias antes o camping não possuir energia elétrica por falta de pagamento. Assim como no camping de Alcobaça - BA que apresentou-se, desde o mês de julho, inativo devido à falta de água e luz por falta de pagamento.
Nada é diferente no Camping de CAMPOS DO JORDÃO - SP. A própria equipe do MaCamp foi surpreendida com o corte da luz elétrica em pleno feriado de 9 de julho (feriado somente em São Paulo) - plena temporada de férias por falta de pagamento. Os associados do camping que não possui telefone há mais de 3 anos, também por falta de pagamento, são obrigados a acatar a desculpa que tal fato se dá pela queda de um poste que deixou temporariamente o estabelecimento sem comunicação. O camping continua esquecido, vítima da falta de manutenção, além do fato de seu guarda-camping Enoc, morar há mais de 3 anos em um container, em condições sub-humanas com sua esposa e filho pequeno.
Situação precária dos banheiros e secretaria que sequer recebe uma pintura.
A infra estrutura não recebe melhorias. A escada ainda aguarda um corrimão,. O material de construção apodrece no solo, enquanto falta em todos os estabelecimentos da rede.
O salão de lazer que nunca foi terminado e usado, aguarda acabamento há pelo menos 15 anos, estes com constantes promessas não cumpridas. Até o conjunto de placas, que indicam 50% de atrativos que não existem, apodrece e não recebe renovação.
Para completar, o guarda camping e sua família habita em um container metálico na cidade da região sudeste que mais sofre com as diferenças de temperatura: no verão não se pode permanecer lá dentro devido ao calor. No inverno o frio é devorador. Na chuva o barulho é infernal. Desde o início o Guarda Camping Enoc ouve promessas de que isso se resolverá. nada acontece... certamente o presidente do CCB nunca residiu em um container.
Resta aos campistas esperarem por maiores surpresas desagradáveis enquanto a associação se afunda em suas dívidas, percalços judiciais e má administração. O site MaCamp agradece a colaboração do Sr. José Dias do Nascimento e os outros campistas que nos ajudaram e se abre para receber outros relatos. Certamente ajudará outros campistas evitando surpresas desagradáveis em viagens ou apreensão de seus equipamentos nos demais campings da rede.
Aos campistas que somente freqüentam os campings mais bem servidos do CCB ou que gozam de algum privilégio "informal" e que tentam passar que a associação está trabalhando e fazendo sua parte, resta assistir aos necessitados e colocarem a mão na consciência de que a associação está se afundando e que muitas vítimas ainda serão castigadas.
Segue o Processo de reintegração de posse de NATAL-RN:
PODER JUDICIARIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
Processo: 001.07.204224-0 Classe: Reintegração de Posse / Especial de Jurisdição Contenciosa (Área: Cível) Autor: Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Norte - DATANORTERéu: Camping Club do Brasil09/04/2007 Decisão Interlocutória Decisão: Vistos, etc. Companhia de Processamento de Dados do Rio Grande do Norte - DATANORTE move contra Camping Club do Brasil, já qualificados, a presente Ação de Reintegração de Posse, alegando, em sintese, que é proprietária do terreno, identificado nos autos e dado em comodato ao réu. O prazo do contrato, de 30 anos, extinguiu-se em 31 de dezembro de 2005. Ocorre que, o comodatário ainda não devolveu o referido bem. Pede antecipação da tutela. Relatei. Passo a motivar a decisão, sucintamente. O clássico Coelho Rocha conceitua: "Chama-se empréstimo o contrato pelo qual uma pessoa entrega a outra, gratuitamente, uma cousa, para este se servir d'ella, com obrigação de restituir. Este contrato ou é comodato ou mútuo" (Instituições de Direito Civil Portuguez, 7ª ed., t. II, pág. 611). O comodato, pois, tem como elemento essencial a obrigação de o comodatário devolver a coisa. É o que caracteriza o contrato. "In specie", há elementos suficientes de atendimento aos pressupostos do art. 273, do Código de Processo Civil, consubstanciados na plausibilidade da exposição, alicerçada na prova, como também, no possível dano, decorrente do retardamento da medida pleiteada. Ante o exposto, CONCEDO a antecipação da tutela. Expeça-se o competente mandado. CITE-SE, como requerido. P. R. I. C. Natal, 09 de abril de 2007. (a) Deise Holder da Silva Martisn, Juíza de Direito.
10/04/2007 Certidão da Publicação no DOE
17/04/2007 Concluso para Assinar Documentos
20/04/2007 Aguardando Devolução de Mandados
Segue e-mail da APCAMP em 10/08/2007:
AOS AMIGOS , COMPANHEIROS CAMPISTAS , ASSOCIAÇÕES , GRUPOS , SITES E ADEPTOS DE CAMPISMO EM GERAL
Comunicamos que em 07.08.2007 , o morto insepulto - CAMPING CLUBE DO BRASIL ( CCB ) , perdeu mais uma área de camping , desta feita o RN-01 , NATAL , mais conhecido como Camping do Jiqui .
Ao final do expediente daquela data , fez-se cumprir o MANDADO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE ( COM ANTECIPAÇÃO DE TUTELA ) de 09.04.2007 , da Juíza de Direito da 2a. Vara Cível da Comarca de Natal , Dra. Deise Holder da Silva Martins , conforme despacho ao requerido em 30.03.2007 pela proprietária do terreno , COMPANHIA DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO RIO GRANDE DO NORTE - DATANORTE .
No mesmo processo ( n° 001.07.204224-0 ) , que seguirá trâmites legais , a DATANORTE pleiteia : a ) - indenização por perdas e danos no total de R$ 540.000,00 ( quinhentos e quarenta mil reais ) , posição em 30.03.2007 , equivalente aos aluguéis que auferiria sobre o imóvel durante o período em que esteve privada de seu uso - Contrato de Comodato vencido desde 31.12.2005 , sem a consequente devolução do bem ; b ) - pagamento de impostos vencidos de 1999 a 29.03.2007 , no montante de 86.842,44 ( oitenta e seis mil , oitocentos e quarenta e dois reais e quarenta e quatro centavos ) .
Quanto aos empregados - guarda-camping e auxiliar , retiraram-se do local sem um só centavo relativo aos QUINZE ( 15 ) meses que dizem estar sem receber salários . Não acreditaram em nossos avisos de iminente despejo e , em sua ingenuidade , senão ignorância e acomodação , confiavam em solução prometida até o último instante pelo clube . Sem ter para onde ir , ficariam à própria sorte , isto é , na rua , se não houvesse a estatal se empenhado junto ao CCB e negociado sua instalação com as respectivas famílias numa dependência do Camping Lagoa do Bonfim , em município vizinho , onde ( mesmo sem trabalho e sem vencimentos ) pretendem ficar até receber o que lhes é devido .
E AGORA AS BOAS NOTÍCIAS :
- antevendo a derrocada do CCB , campistas natalenses - apoiados por companheiros de outros estados , idealizaram e fundaram em 12.12.2006 a ASSOCIAÇÃO POTIGUAR DE CAMPISMO ( APCAMP ) , e sob sua bandeira promoveram gestões junto à DATANORTE e GOVERNO DO RIO GRANDE DO NORTE , no sentido de aqui preservar o campismo ( como importante segmento do turismo , defesa do meio-ambiente e ecologia ) , quer reaproveitando o terreno antes cedido ao CCB , quer disponibilizando outro para aquela finalidade .
Resultado desse trabalho : desaparece o CCB NATAL em 07.08.2007 , e de imediato passa a funcionar no mesmo local o NATAL CAMPING , sob administração da APCAMP . -- O endereço , muitos sabem : Av. Abel Cabral , 142 , Bairro Nova Parnamirim . Ponto de referência : km 98 da BR-101 , saída à direita logo após as empresas NADIESEL E HIUNDAY ( concessionária ) . Telefones : ( 84 ) 9152-7873 - José Dias , e 9982-2357 - Carlos Pacheco , campistas-administradores ;
Em que pese o interesse da DATANORTE em utilizar quanto antes seu imóvel , permitir-nos-á sua ocupação até que a mesma construa e nos entregue , PRONTO , um NOVO CAMPING , em rua calçada , num altiplano , área já visitada e aprovada , com bastante arborização ( fruteiras diversas ) e muita ventilação .
Por fim , amigos , sabemos que o desafio é muito grande e precisaremos muito da colaboração de todos . Afinal , é um camping que logo no início das atividades , mudará de localização e fica em cidade que tem pouquíssimos campistas . Despesas já existem e outras advirão com as novas instalações . Nos primeiros meses , e até que se faça muita divulgação e fique conhecido / receba visitantes de outras regiões , será mantido às expensas de apenas 4 ou 5 campistas natalenses ( não se cogita instituição de anuidade ) . Nada será fácil : salários , encargos sociais , despesas de energia , água , etc.
Necessitamos movimentá-lo , ocupar seus espaços , torná-lo eficiente e autosustentável . Pedimos , pois , que divulguem o conteúdo desta mensagem e o nosso camping . Visitem-nos ! Convidem / avisem amigos , parentes , companheiros , todos aqueles que curtem o campismo , incentivando-os a , numa vinda ao Nordeste , incluir Natal em seu roteiro , desfrutar nossas praias , belezas naturais , sol o ano inteiro e . . . principalmente , acampar , acampar no NATAL CAMPING , onde estarão entre amigos de braços sempre abertos para recebê-los e contribuir na medida do possível para que sejam agradáveis e muito felizes os dias que permanecerem em nosso meio .
CÓPIA PARA : CCB - CAMPING CLUBE DO BRASIL
Abraço e agradecimentos pela atenção ,
Artigo escrito por Marcos Pivari
Segue as informações retiradas da internet sobre a Chapa 2, candidata à representação regional do Rio de Janeiro em 2005. (O site MaCamp não tem participação na redação de tais materiais, apenas os publica afim de informar aos associados.)
Caldas Novas e Araruama, últimas decepções.
Como é bom ser campista e usufruir a natureza, mas infelizmente tem gente que não desfruta dessa beleza e quer acabar com ela.
Estivemos no Camping de Caldas Novas para a costelada do dia 16/07 e como sempre a custa do esforço do companheiro Sezo e esposa a costelada, mesmo com um número cada vez menor de campistas, devido o descaso da atual administração, estava supimpa e animada.
Encontramos as “piscinas de água quente” quase pronta e sendo inaugurada no final de semana devido a falhas técnicas e os relógios , para que os equipamentos como trailers e motor-casa poderem usufruir de seus recursos como ar refrigerado, micro-ondas, e outros acessórios, já instalados. Louvo o grande Benemérito Mario Azeredo que como sempre não mede esforços e dinheiro para ajudar ao CCB em suas benfeitorias, pois foi ele que fez estas novidades no Camping de Caldas Novas. Sabemos que é bem provável que os diretores do CCB irão proclamar aos ventos que foram eles que o fizeram, mas a verdade já está no ar para quem acampa por este Brasil afora.
Ficamos muito decepcionados ao saber que após a marcação, com aquiescência do Sr. Presidente do CCB, de uma reunião para as 10 horas da manhã do domingo, solicitada pelo sócio Carlão, para apresentar sugestões com intuito de resolver problemas do CCB, o Sr. Presidente e o Sr. Ademar, rapidamente se retiraram por volta das 09 horas e viajaram para o Rio, e de avião, mesmo não sendo comum fazê-lo, pois sempre participaram da vaca atolada, deixando os sócios interessados em contribuir para a melhoria do CCB na mão.
Após as festas de Caldas Novas, fomos para Araruama, com o intuito de prestigiar mais uma festa julina, como divulgou o jornal oficial do CCB, O Campista do mês de julho, que a festa seria dia 23/07, qual a nossa decepção ao chegar por volta de 8.00 horas no Camping de Araruama da lagoa e vermos uma senhora triste, me parecia ser a esposa do guarda camping, com pequena ornamentação de bandeirolas pronta e só uma família acampada num trailer e nenhum diretor ou representante presente. Ao perguntar-lhe sobre a festa ela me respondeu que tentou fazê-la, mas não apareceu ninguém da sede para apóia-la.
Será que é assim que se dirige uma organização como o CCB????????
Vicente Alparone
Sócio Proprietário
Candidato a Presidente Regional pelo Rio de Janeiro.
REAJA, CAMPISTA !!! Não imaginávamos que a arrogância, a prepotência, o desprezo e a pretensa sensação de impunidade fizesse com que a atual Administração do CCB chegasse a esse ponto: ESTÃO ARMANDO A VENDA DE MAIS UM PATRIMÔNIO DO CCB! É um terreno de 251.840 m2 no Travessão do Rio Vermelho – Florianópolis (SC), por R$2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais), em 24 prestações. Como de costume, nenhum associado soube das negociações, já concluídas, inclusive com a escolha das empresa compradora: a Mello Duarte Construtora e Incorporadora Ltda, - CNPJ 05.539.083/0001-05. Por que essa “nebulosa” negociação não foi publicada no “O Campista”? por que não fazem consulta ao campista, se concorda com venda de patrimônio? O Sócio-proprietário não merece satisfação? É a política do “fato consumado”? Ora, o preço estipulado representa R$9,92 (nove reais e noventa e dois centavos o metro quadrado!) – A AVALIAÇÃO É JUSTA? PREZADO CAMPISTA: A venda AINDA não foi efetivada. Conseguimos saber do fato ANTES que fosse consumado, como aconteceu com a venda do terreno da BARRA (RJ), em 1997. A NOSSA PERGUNTA: O fruto da venda vai para o mesmo caminho do da Barra? As justificativas são parecidas: A atual administração tenta convencer o Conselho de Beneméritos com os seguintes argumentos: - O resultado será aplicado em “obras de melhorias e modernização de campings mais rentáveis e/ou estratégicos no conjunto da rede atual, e da humanização e apresentação da estrutura operacional com vista à recuperação de contingentes do quadro social e captação de novos associados”. (você entendeu?)!!! Bonitas palavras que nos lembra o personagem Rolando Lero, da escolinha do professor Raimundo, na TV! Sugerimos que Você, campista, que ama o seu clube, telefone para a sede pedindo explicações sobre essa “nebulosa” negociação. Dê sua opinião! Concorde ou discorde, mas dê a sua opinião! E, caso a negociação se concretizar, fiscalize para saber se os recursos serão aplicados nos campings. O Conselho de Beneméritos, que há de opinar, reflita se essa é a melhor solução! A OPINIÃO DA CHAPA 2 É NÃO VENDER PATRIMÔNIO!!! Caso seja necessária a venda, sugerimos que o CCB contrate uma Incorporadora, faça loteamento, vendendo os lotes, de preferência para associados, arrecadando muito mais que os R$2.500.000,00 (Exemplo: Tirando 30% da área total para arruamento, praças, etc, sobrariam 176.320 m2. Daria para vender 490 lotes de 12,00m x 30,00m = 360,00m2. Se cada lote fosse vendido a R$20.000,00 (vinte mil reais, o CCB arrecadaria R$9.800.000,00 (nove milhões e oitocentos mil reais) TRANSPARÊNCIA ! é o nosso lema! CHAPA 2 (Por que a atual Administração ainda não marcou a nova data da eleição?) Pela Chapa 2 – Manoel Ferreira – Matrícula 182.715-4
Segue e-mail do Sr. Sidnei de Siqueira ao MaCamp para algumas declarações sobre as eleições:
Senhores Sócios do CCB
A minha história se confunde com tantas outras histórias de amor pelo campismo, primeiro acampei em lugares rústicos , sem muita estrutura, mas na época era jovem, e como todo jovem achava uma “barato”, mesmo passando eternos perigos que esse tipo de acampamento proporciona. Um dia um amigo, que na ocasião era ligado a Direção do CCB me convidou a conhecer o camping Clube do Brasil , então, com poucos anos de criação. Foi amor à primeira vista, me apaixonei de imediato pela idéia, pela organização e pela segurança. Voltei várias vezes, muitas vezes, até que consegui adquirir um título de propriedade, foi uma das melhores coisas que me aconteceu, pois, como curti, como me diverti, como apreciei a natureza em todos os seus sentidos. O tempo passou eu envelheci, como o Clube também, mais hoje vejo o CCB moribundo, prestes a ser enterrado numa grande sepultura, vejo o clube sucatado, em ruínas e inteiramente endividado pela má administração de alguns dirigentes que não tem amor pelo clube e sim interesses pessoais. Vejo o clube entregue a própria sorte, sem destino, sem rumo. Somente com muita união dos que realmente amam o Clube é que conseguiremos salvá-lo, não com promessas, não com idéias retrógradas, não com perseguição, não com prepotência, não com interesses mesquinhos e pessoais. Temos que esquecer os ressentimentos individuais, nos unir e partir para moralizar dando transparência, informando aos associados quanto somos, quanto arrecadamos, quanto gastamos, quantos temos de patrimônio, buscando sempre a legalidade, pois todos somo donos de um pedaço desse clube. Sei, entretanto, que existe muita gente querendo se aproveitar da situação em proveito próprio, como também sei que existe muita gente com boa intenção e dispostos a arrumar a casa, dando aos sócios melhores condições de pagamento das taxas contributivas, atualizando seu estatuto e regimento , buscando modos e técnicas de pagar os passivos trabalhistas, débitos tributários e débitos previdenciários.
Assim, me coloquei como candidato a representante pelo Rio de Janeiro, pela Chapa 2 , não para ajudar a uma determinada pessoa e sim ao CCB que amo muito.
Sidnei de Siqueira Sócio nº 2173249
CHAPA 2 – O P O S I Ç Ã 0
Agradecemos a prestimosa colaboração que temos recebido, do “site” MACAMP.com.br - Obrigado, Marcos Pivari. Você, de São Paulo, espontaneamente, nos tem ajudado muito a divulgar nossas propostas e permitindo que os associados do Camping Clube do Brasil se esclareçam a respeito da maneira “nebulosa” que a atual Administração do CCB age, tentando manter o associado no obscurantismo para satisfazerem seus intentos “obscuros”, “tendenciosos”, de má-fé.Abaixo, apresentamos alguns líderes da CHAPA 2 – OPOSIÇÃO – todos, campistas de coração, despojados de interesses pessoais, que amam realmente o campismo. Estamos assessorados por um bom advogado, Dr. Rodrigo da Silva Ferreira (abaixo).
(VICENTE ALPARONE – Candidato a Presidente Regional do Rio de Janeiro)
(JAIR DA COSTA FERREIRA - Candidato Vice-Presidente Regional do Rio de Janeiro) (À direita, de camisa lilás)
MAIS INFORMAÇÕES: (21) 2264-6384 ou 9998-6060 - Toninho (21) 2204-09-29 ou 8112-4466 – Manoel(21) 2289-5864 ou 8136-9952 - Vicente Alparone
(GELITON PEREIRA DA SILVA – Candidato a Presidente Nacional do CCB.) (no centro). À esquerda, Toninho (Antonio Julio Dias Ribeiro) Benemérito do CCB e “Fiador” da Chapa 2.
(MANOEL FERREIRA – Apresentador da CHAPA 2 – OPOSIÇÃO).
CHAPA 2 - T R A N S PA R Ê N C I A
ESPERANÇA PARA O CCB ! Chapa 2
PREZADO ASSOCIADO! As fotos acima mostram um momento histórico no nosso CCB. Durante décadas, a Diretoria do CCB ocultava as datas das eleições. Cumpriam o ritual legal de colocar em 2 grandes jornais, a Convocação para as Eleições. Só que “esqueciam” de avisar aos associados. O que acontecia? Vinte ou trinta votos, sempre com Chapa única, venciam. O resultado disso era PREPOTÊNCIA, ARROGÂNCIA, DEBOCHE, etc. Só que, um dia, a Casa caiu! Conseguimos em dez dias montar uma CHAPA 2, da OPOSIÇÃO, e conseguimos ganhar o 1o. “Round”! Adiadas as eleições, para que tivéssemos mais tempo de mobilizar os Associados. Espero que esta notícia chegue a tempo de Você, sócio Proprietário, VIR VOTAR CONOSCO! VAMOS MUDAR o CCB para MELHOR!!! DÊ-NOS SEU TELEFONE PARA COMUNICARMOS A NOVA DATA DA ELEIÇÃO *** Ligue para 2204-0929 ou 8112-4466 - Manoel Ferreira 2264-6384 ou 9998-6060 – Toninho *** 2289-5864 ou 8136-9952 – Vicente
V E R G O N H A !!! É patente o estado de abandono na maioria dos Campings da rede do CCB. A única exceção é MURY. Está lindo, bem cuidado, limpo. Parabéns! AGORA, em ARARUAMA I e ARARUAMA II, que tristeza!!! Pouquíssimos Traillers, nenhuma barraca, sujeira para todo lado, o abando se faz presente em todas as áreas: Cantina, banheiros, galpões, quadras de esportes. Há rumores na área do ARARUAMA II de que uma parte do Camping está sendo cobiçada por uma rede de hotéis. Será que vamos perder mais um patrimônio?
E CABO FRIO? – Este Camping já foi “menina dos olhos” dos associados! Vivia lotado; filas e filas de carros esperando a oportunidade de entrar! meses de reserva eram necessários para ter “seu lugar” garantido. A alegria era contagiante. E o bloco de Carnaval? Suplantava os da cidade! Crianças, adolescentes, jovens, adultos, todos, em confraternização, deixando de lago o “choque de gerações”. E AGORA? A B A N D O N A D O !!! Uma “meia dúzia” de sobreviventes, ainda teima em acampar ali. E o que está acontecendo lá? – A luz poderá ser cortada em uma semana, se não pagarem a conta. A água já foi cortada. Gastaram uma fortuna para colocar um “sistema de filtro” moderno, porém inoperante. Está desligado, virando um elefante branco! Para isso a atual administração teve dinheiro. Qual foi o preço pago? Os poços furados (com apenas 2 metros de profundidade), foram abandonados. A solução encontrada foi a de comprar “pipas” (caminhões que vendem água). Em frente ao Camping, uma rodovia nova, moderna, foi aberta. Também coloca em evidência a decadência do Camping de Cabo Frio. Que pena! da rua se observa o abandono. Triste cartão de visita!
E O RECREIO DOS BANDEIRANTES? Ultimamente berço da OPOSIÇÃO! A atual direção do CCB tem tentado “dividir” os associados, porém, lá, ninguém mais acredita nas “promessas” para “boi dormir”. As “ameaças” não surtem mais efeitos. Alguns, com interesses escusos, mudaram, sim de lado, porém são pouquíssimos. Com relação à administração, continua um descalabro! Água salobra, mato por todo lado, coleta de lixo ineficiente, banheiros que dão pena. Ainda assim continuam “atazanando” os campistas com advertências ridículas, como se as ameaças angariassem votos! Como diz o matuto: “vão é levar uma coça” nas urnas!!!
E OS OUTROS CAMPINGS ? deixemos o relato para outra oportunidade.
CHAPA 2 – TRANSPARÊNCIA – Aguardem a nova data das ELEIÇÕES – Fiquem atentos! Informem-se: Manoel – 8112-4466 Vicente Alparone: 8136-9952 *** Geliton – 8155-4970 *** Toninho – 9998-6060
O candidato à presidência regional Sr. Vicente Alparone se apresenta, por meio de e-mail enviado ao site MaCamp.
Como atual candidato à Presidência Regional nesta gestão, me coloco a disposição dos sócios que por ventura queiram fazer sugestões para melhoria do CCB, além das propostas da chapa 2. Sou sócio do CCB a 31 anos e sempre acampando, sem me fixar em nenhum local mais de 30 dias. Já rodei pela grande maioria dos campings do CCB, inclusive os já desativados e perdidos pelo grupo que dirige o nosso clube a mais de 20 anos. Iniciei com a barraca "bangalô" para 5 pessoas em 1974 e meus filhos foram criados praticamente nos campings. Posteriormente passei, por motivo de problemas de coluna, para a Camping Star, tive as três modelos dela,finalmente em 1999 consegui comprar um Moto-Home ano 72, MB 608, já muito usado, porem que me é muito útil e querido. Por esses motivos expostos, me sinto capas e conhecedor de grandes problemas sofridos pelos campistas, pois somos propostos administradores nos campings e não de campings, ou seja de escritórios.
Segue abaixo mais explicação das eleições do CCB escrita pelo Manuel Ferreira da Chapa 02
Gostaria de aproveitar este e-mail para relatar um fato que vem acontecendo no CCB do Clube dos 500, alguém esta colocando fogo nos equipamentos que ficam em OM no CCB dos 500 e infelizmente ontem por volta das 15:00 hs aconteceu mais um vez e desta vez foi com o Trailer do nosso amigo Carlos Alberto Carvalho proprietário de um KC450, o prejuízo foi uma barraca fechada completo mais geladeira e mesa que estavam dentro da barraca, uma janela de acrílico derreteu e queimou um pedaço da tinta do trailer, esta já é a 4° vez que acontece isso, 3° vez foi queimada somente o fechamento da barraca de um Diamante do sócio Cláudio de Campo Grande - RJ, 2° e 1° vez foram duas camping Star que foi queimada por completo e até agora o CCB não pagou o prejuízo a CCB não tomou nenhuma providencia, os sócios OM do CCB dos 500 acham que é um problema entre o dono da cantina e o João guarda camping, sendo que não se tem provas para acusar o dono da cantina.
ENTENDA !!! (POR QUE A SITUAÇÃO – CHAPA 1 - NÃO REVELA A DATA DAS ELEIÇÕES) !!! O Camping Clube do Brasil promove eleições de três em três anos: no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Curitiba. De acordo com o número de sócios, cada uma dessas Regiões tem a seguinte representação: RIO DE JANEIRO 27 TITULARES 9 SUPLENTES SÃO PAULO 17 TITULARES 6 SUPLENTESCURITIBA(SUL) 06 TITULARES 2 SUPLENTES Total de Representantes BRASIL: 50 TITULARES
Estas Eleições geralmente são em MAIO ou início de JUNHO, a cada 3 anos ! Portanto, estamos em ano eleitoral. Por que não foi anunciado no O CAMPISTA, ou nos murais dos Campings essas eleições DESDE JANEIRO? – Ou, pelo menos, no O CAMPISTA de maio? São atitudes covardes, mesquinhas, prepotentes de quem tem medo da informação, da DEMOCRACIA! Em SETEMBRO, teremos as eleições (INDIRETAS!!!) para presidente Nacional. A atual administração do CCB já conseguiu “engolir” São Paulo. Na calada da noite, sorrateiramente, sem chances para a Oposição, realizaram as eleições em São Paulo, no DIA 30 de maio, com Chapa única!!! FATO CONSUMADO! Será que os paulistas são tão inocentes assim? Os cariocas são mais espertos? Será que eles vão deixar essa derrota pacificamente? Por que não recorrem à justiça? ACORDA, SÃO PAULO!!! A OPOSIÇÃO NO Rio de Janeiro, (CHAPA 2) provou que não tem medo de cara feia!!! Entrou na justiça e conseguiu barrar, ainda que por tempo limitado, a ação nefasta da atual gestão do CCB. Vide foto abaixo, no momento que o Oficial da Justiça entrega à direção do CCB a LIMINAR adiando as eleições no Rio de Janeiro. E CURITIBA, não vai reagir? Campistas de Curitiba, sigam o exemplo do Rio! RECORRAM À JUSTIÇA com medida Cautelar! Precisamos nos unir para MODIFICAR, em SETEMBRO, a atual direção do CCB, que já deu o que tinha de dar. FORA NELES! *** Manoel Ferreira – Mat. 182.715-4
ELEIÇÕES ADIADAS CCB Por despacho do Exmo. Sr. Dr Juiz de Direito da 4a. Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, foi concedida LIMINAR adiando as eleições na Regional do Rio de Janeiro, pelo prazo de duas semanas. Assim, tentamos diminuir os malefícios causados pelas constantes arbitrariedades praticadas pela Direção Nacional do CCB nas últimas eleições, com danos irreparáveis para esta nova eleição (triênio 2005/2008). Nos itens, de clareza cristalina, relatam os Autores, “... ciente de que a oposição precisaria se articular em uma ou mais chapas com tempo suficiente para disputar contra a máquina da entidade (que concede benefícios a quem interessa, e persegue grosseiramente quem não interessa), pretendem ofuscar e esvaziar as eleições para que o grupo da situação, que se manteve no poder em jogada absurda no último pleito, fato ainda não revertido pelo Judiciário – mas que o será – ali perpetue”. E AINDA : “... Pretendem os Autores – tão somente – a garantia de um ambiente minimamente democrático para que a real vontade dos sócios do Camping Clube do Brasil se manifeste nas urnas”. AINDA : “...No pleito que há de vir, de forma similar, ocultaram as regras até o último momento, impedindo literalmente a organização de chapas de oposição, dando-as, quando não era mais possível ocultar as eleições e suas regras, um prazo exíguo para articulação e divulgação de propostas e idéias.” PROSSEGUINDO : “... Pede-se, portanto, uma garantia mínima de ambiente democrático. Garantia que, se negada agora, não permitirá por qualquer via que seja o desfazimento das conseqüências maléficas no próximo triênio. Ou se permite o debate; ou se pune a má-fé e o abuso no uso da máquina; ou não haverá reparação para o dano”. FINALIZAM OS AUTORES : “... É evidente que parcela substancial dos eleitores não tomou conhecimento da Assembléia. É igualmente evidente que poucos que tenham lido o jornal que continha a primeira publicação – cuja data foi alterada no dia seguinte – não estejam cientes da data real do pleito. E é igualmente evidente que, neste prazo, não é possível que eventuais interessados em concorrer com chapas de oposição formulem satisfatoriamente seus quadros com indicação de 27 representantes regionais titulares, 9 suplentes, e ainda promovam a divulgação de suas propostas aos eleitores. Como é evidente que tais arbitrariedades, combatidas no processo principal, se manterão por novo triênio se nenhuma medida for adotada para, no mínimo, mitigar os efeitos da má-fé”. VOTE CHAPA 2 ( OPOSIÇÃO ) - TRANSPARÊNCIA – Manoel Ferreira – Mat. 182.715-4 (Oficial da Justiça Tennyson Silva, acompanhado do advogado Dr. Rodrigo da Silva Ferreira, entregando a Liminar ao Camping Clube do Brasil ).
CHAPA 1 ANTI-DEMOCRÁTICA
Em ofício enviado à sede do CCB em 01/06/05, solicitei, pela Chapa 2, a metade do espaço do corredor que dá acesso à sede, local tradicionalmente conhecido para propaganda eleitoral. Que resposta tivemos? O absurdo abaixo!!! PREPOTÊNCIA, ABUSO, DESRESPEITO !!! Esquece a CHAPA 1 que o Rio não é como São Paulo. Sorrateiramente, como de praxe, em décadas, Alguns componentes da DIREÇÃO NACIONAL foram a São Paulo e, sem chances para a OPOSIÇÃO, “camuflaram” os editais em dois jornais. A OPOSIÇÃO lá, ainda inocente, não teve o direito de “bater chapa”. QUE VERGONHA, DIREÇÃO NACIONAL!!! TEM MEDO DO VOTO? DA CONCORRÊNCIA??? PORISSO QUE UM DOS LEMAS DA CHAPA 2 É :T R A N S P A R Ê N C I A ! ! !
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Situação atual das instalações elétrica e hidráulica dos trailers |
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A lama das ruas internas. |
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Esta é a bica de água potável |
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A caixa d’água está simplesmente rachada ao meio. Plantas crescem em suas rachaduras. |
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Um verdadeiro depósito na área das barracas. |
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O velho trailer esquecido dentro do camping.
Espero que após esses relatos, o CCB tome providências para que as coisas melhorem. Estamos indignados porque além de assistir ao descaso e à decomposição em que o camping SP-02 se encontra, vivemos agora com medo, pois nossa tranqüilidade que sempre tivemos, nos foi roubada. Tudo tem de ser escondido, guardado e trancado. Os pais não deixam mais seus filhos, crianças ou adolescentes, por medo de acontecimentos mais sérios. Para mim o CAMPISMO sempre foi uma forma de respeitar a natureza, o próximo e principalmente a nós mesmos. Sinto-me muito desolado com a decadência de um clube que detém áreas nobres e um potencial enorme de crescimento. Vemos que campings como o de Itanhaém, provam que a administração bem feita, passa por cima da má situação financeira em que o Camping Clube do Brasil diz passar. Um camping bem conservado, onde oferece água, luz, banheiros limpos e uma boa cantina, sempre estará cheio.
Deixo-me à disposição para uma assessoria a novas idéias e manutenções. Quero como sócio, ajudar meu patrimônio. O que tanto amo e admiro.
Espero respostas, pois a última carta que mandei, nunca fui retornado.
Obrigado.
Marcos Pivari
Pelo que o senhor pode notar, os problemas no SP-02 não são poucos. Após este apelo não conseguimos atingir um índice de melhoria razoável. Os dois únicos pontos positivos foram que as porteiras foram refeitas e o funcionário citado na carta, que viera a nos agredir, foi finalmente demitido. Por demais, nada foi feito melhorado. E pior: como pode-se constatar no jornal O Campista deste último mês, nova propaganda enganosa está publicada sobre o camping SP-02, onde diz com todas as letras que possui sauna, quadra de vôlei, salão de estar, playgroung e lareira. A sauna, o vôlei, o salão de estar e o playground estão nas mesmas condições: Não Existem. A lareira está trancada há meses junto à cantina que não funciona ao mesmo tempo. Este ponto já foi muito criticado por nós em cartas e conversas com as administrações, mas nunca modificado. Para piorar, por noticias de um colega que lá acampa até hoje, estou ameaçado pelo guarda-camping de levar uma surra, por ter escrito a carta apresentada. Penso que quando enviei a carta à diretoria nacional do CCB, nunca que esta mesma carta ou cópia deveria chegar em mãos do guarda-camping. Mas chegou, e eu e minha família nos sentimos amedrontados pela ameaça vinda do administrador do SP-02. Não nos sentimos a vontade de acampar nas próximas férias de julho e deixar nossos equipamentos no estabelecimento. Para terminar, não entendo como que o CCB continua a conservar uma pessoa que ameaça um campista desta maneira, administrando um camping da rede. ACHO QUE A IDÉIA DE “RECICLAR” CAI BEM NESTE ASSUNTO.
Cartas de colegas campistas do SP-02, indignados pela real situação do camping também enviaram cartas ao CCB e serão apresentadas a seguir:
São Paulo, 02 de agosto de 2002.
Prezado Sr. Milton Araújo Jorge:
É com lealdade, respeito e companheirismo que escrevo a Vsa algumas observações e ocorrências vivenciadas nos Campings freqüentados em janeiro, fevereiro, março, maio, junho e julho de 2002 por mim e por minha família.
Em janeiro de 2002, estivemos no SP-03 e encontramos amigos e seus familiares satisfeitos com a boa administração do Camping. A cantina fora reativada por uma pessoa muito alegre e amiga dos campistas. Presenciamos, também, que, ali, há uma boa administração.
Seguimos viagem para o Paraná e pernoitamos no PR-03. Fomos bem recebidos pelo “guarda-camping”, mas nos decepcionamos com o estado de desativação daquele: a cantina fechada, o pavilhão desativado e pouquíssimos equipamentos desocupados.
Continuamos nossa viagem e chegamos ao camping PR-04, bem conservado, com a cantina desativada, “guarda-camping” atuante, prestativo, responsável, mas desmotivado com a pequena freqüência de campistas.
A seguir, passamos ao camping SC-02, onde tivemos dificuldades para localizá-lo por falta de indicações, orientações e ficamos decepcionados e tristes pela falta de conservação nas cercas, nos banheiros e na cantina que estava sendo reativada em situações precárias. Desculpamo-nos ao “guarda-camping” e seguimos viagem ao sul do país, tendo ficado em campings particulares que também apresentaram pouca freqüência de campistas, porém com melhores instalações e preços compatíveis com a realidade brasileira atual, com pernoites variando de R$ 7,00 a R$ 10,00 reais por pessoa.
Retornamos da nossa viagem de aproximadamente 25 dias e ficamos tristes por presenciar que nossos campings estavam morrendo, não sabendo ainda, qual o principal motivo.
Em fevereiro, passamos o Carnaval no SP-04 e notamos que o “guarda-camping” é diferente dos outros, pois pouco fala e não se apresenta como “guarda-camping” como é o costume. Apesar deste camping possuir características próprias : portaria à frente da praia, quiosque na praia, meio de identificação de campistas (o que considero fundamental para nossa segurança) e recepcionistas alegres e prestativas. Acreditamos que o camping possa melhorar com a reforma dos banheiros, manutenção de bombas e limpeza geral diárias nas áreas do camping, principalmente nas temporadas e feriados prolongados.
A freqüência de associados diminuiu em relação ao Carnaval de 2001. A cantina permitiu a retirada de telefones públicos e diminuição de freqüentadores. (resultado negativo).
Em marco de 2002, passamos dias agradáveis com amigos no Clube dos 500 e notamos que a cantina estava sendo desativada. O número de campistas vem diminuindo também Clube dos 500 – SP-01.
Em maio, participamos da XXX FESTA DE QUEIJOS E VINHOS no RJ-06. Não notamos nenhum fato novo que nos desagradasse. Aproveitamos a oportunidade para parabenizar o pessoal da cantina daquele clube. Há necessidade de manutenção nos banheiros e troca de aquecedores. Não podemos falar do “guarda-camping” pois tivemos poucos contatos.
A Festa Junina, realizada por alguns sócios, por sua livre e espontânea vontade, IIIº FESTA, que já está se tornando tradição no SP-02, ocorreu no dia 29/06 e foi um sucesso, o que poderá ser comprovada pelas fotos tiradas pelo campista Hilton, amante de Campos do Jordão. (nós também).
Participamos da Festa Junina e passamos alguns dias de julho junto com amigos no SP-02 e fomos surpreendidos por malandros, ladrões que furtaram Motor-Homes, Traillers, e automóveis (radio de um deles), escolhendo objetos de maior valor, o que nos trouxe grande tristeza e insegurança junto à natureza. Acreditamos que algo “estranho”, “esquisito”, internamente esteja ocorrendo no SP-02 e pedimos a esta Presidência, junto com seus presidentes regionais, investigação e apuração dos fatos.
Verificamos que, talvez, por hábitos adquiridos anteriormente, pessoas não acompanhadas, visitantes, moradores das proximidades estejam freqüentando durante a semana e aos finais de semana as dependências do SP-02, por serem amigos de funcionários, transformando a administração de um clube em administração doméstica, caseira, portanto, inadmissível, apesar de poucos conhecimentos que tenho de administração do CCB.
O SP-02 necessita de maior atenção por parte da Administração Geral do CCB, comentário feito ao Dr. Jory França, na XXX FESTA DE QUEIJOS E VINHOS e pedi a ele que conversasse com os administradores, objetivando o término das obras do Pavilhão Superior, reativação da sauna, término da cerca, manutenção periódica dos banheiros e não solicitei a reforma dos portões porque não sabia que eles não existiam (FALTA DE SEGURANÇA).
Acredito que os relatos dos últimos acontecimentos no SP-02 sejam do conhecimento de Vsa, pois boletins de ocorrência foram feitos, relatórios devem ter sido entregues à administração central, inclusive cartas de outros sócios.
Existem outras coisas “estranhas” acontecendo no SP-02, que, informalmente, em outra oportunidade, gostaria de conversar com Vsa, talvez na Festa do Chopp, no Clube dos 500, que ocorrerá em breve.
Esclareço que tanto o “guarda-camping” – Sr. Enoque e o inspetor Sr. João (Clube dos 500) que lá esteve no dia seguinte ao furto, a meu pedido, com o conhecimento do “guarda-camping”, são conhecedores de problemas e das insatisfações de campistas que freqüentam o SP-02.
Por outro lado, sugiro que se façam dependências junto à portaria para o “guarda-camping”, pois é inadmissível pagarmos uma casa enorme fora do camping.
Aproveito a oportunidade, também, para encaminhar algumas sugestões que talvez sejam benéficas para a melhoria constante da qualidade administrativa do CCB, e, conseqüentemente, a satisfação dos clientes-sócios que necessitam ser ouvidos, que precisam participar mais das ações, de conhecer a missão do clube, de saber das metas a serem atingidas, das situações em que se encontram as propriedades (sócio-proprietário), da divulgação através do Jornal “O Campista”, sobre receitas, despesas, estatutos atualizados, nº de associados-proprietários ou não, nº de sócios série AP e AC, dívidas com as prefeituras, ações trabalhistas etc. Há necessidade de maior transparência administrativa, inclusive para a divulgação de datas de eleições regionais e nacional, com lealdade, envolvimento e comprometimento nas ações com visão de futuro, neste momento difícil de crise que o mundo esta passando.
Não posso entender como uma pessoa pode ficar sócia de um clube (série passaporte) por R$ 194,00, isento de manutenção por 12 meses, válido por 01 ano, podendo ser renovado por mais 01 ano com 30% de desconto, para duas pessoas,e, outro, que adquire um título série AA – com taxa de Manutenção de R$ 35,50 x 12 = 426,00 ao ano (considerado familiar) mais o valor do título que desconheço o valor !!!
Concluo que sócios-proprietários pagam a manutenção para os sócios das séries AP e AC, ou seja, um casal com título proprietário antigo paga por um ano R$ 426,00 de manutenção e um casal com título passaporte paga R$ 194,00 por ano, ou seja, R$ 23,00 de entrada mais 3 prestações de R$ 65,00, num total de R$ 218,00, quase a metade de R$ 426,00. No 2º ano, renova por R$ 135,00 (à vista) o que aumenta, consideravelmente, a diferença entre SÉRIE AA / SÉRIE AP. Parece-me que sócios antigos, que possuem filhos com mais de 25 anos, com título série AA, são otários.
Proponho estudos para o remanejamento de “guarda-campings”, entre os campings, a cada três anos, para eliminar em alguns casos, vícios e insatisfações que acabam provocando desinteresses e estagnação administrativa. (Desmotivação).
Proponho, também, que os “guarda-campings” participem dos lucros e prejuízos causados ao CCB, quando de sua administração, com responsabilidade, envolvimento e comprometimento às ações do clube e lealdade aos campistas.
Atualmente, há muita falta de emprego e acredito que o CCB não encontrará dificuldades para contratar pessoas capazes e honestas as quais poderão gerenciar de forma saudável nossos patrimônios.
Aprendi em administração que o pagamento em dias dos funcionários é de fundamental importância, desde que exista a relação trabalho x salário, caso contrário, há o naufrágio administrativo.
Mais uma vez, agradeço a atenção e coloco-me a disposição, na certeza que este relato e desabafo terão eco e um retorno desta administração, que possui 36 anos de experiência, com 39 propriedades espalhadas pelo Território Nacional, sendo 10 campings homologados, consistindo assim, “ A Família CCB “.
Cordialmente
José Eduardo Nogueira Villela
Matrícula Nº 28813-7.

Sr. Presidente Nacional do Camping Clube do Brasil
São Paulo, 5 de agosto de 2002
Prezado Dr. Milton
Como já nos falamos por telefone e você me concedeu a liberdade de mandar esta carta para o seu consultório, o faço afim de que possa mais rapidamente tomar conhecimento de vários problemas no SP-02 ( Campos do Jordão ) e, aproveito para junto encaminhar outras cartas que estão sendo enviadas à diretoria por outros campistas também descontentes.
Somos campistas, alguns com mais condições, outros menos, mas todos temos o mesmo sentimento de comunidade e curtem esse relacionamento. Uns podem e gostam quando vão tomar chá no Toriba, ou na tia Kaffee, ou ouvir uma música no centro de Capivari, mas todos compartilham de conversas e lorotas ao redor da churrasqueira no camping, a pinguinha “três coronéis”do vizinho, ou mesmo curtir o frio junto à lareira da cantina. Antigamente, tínhamos todos, esses momentos. O Camping era acolhedor, seguro, agradável, pois tem nesta área uma das melhores, como também a RJ-06 ( Serrinha) e outras tantas. Mas penso que o Camping Clube deve ter como objetivo agradar a todos os seus sócios e não sòmente manter conservadas áreas onde ficam seus diretores, a fim de que possamos incentivar mais o campismo no nosso país.
Por esse motivo, pessoas como nós que freqüentamos anos a fio ( 10, 15,20 anos) o Sp-02, venho por meio desta expressar o meu descontentamento a tudo que fomos perdendo e talvez sermos os próximos dissidentes, como já vimos tantos se afastarem. Já não temos a nossa lareira, a cantina está em mãos de pessoa que não está interessada em servir, apenas ter um lugar para dormir, sendo a cozinha mal aparelhada e com falta de higiene. Não temos mais a sauna, as quadras, a obra do salão, que poderia ser uma maravilha para o convívio dos campistas, está parada. Faltam cercas, portões e tudo o mais se deteriorando por falta de gerenciamento e conservação do nosso patrimônio. Por causa de tudo isso a segurança também se encontra ameaçada, entrando qualquer pessoa, ocorrendo diversos furtos em traylers, barracas e carros. Pessoas que se dizem amigos de funcionários e usufruem a cantina
(existe só para beber pinga e jogar bilhar) se aproveitando à noite enquanto o vigia dorme. Estamos nos sentindo lesados por não termos mais as instalações que constam no jornal do Camping e agora, também na parte física.
Creio que por tudo isso, o SP-02, merece uma atenção mais cuidadosa por parte da diretoria, talvez fazendo uma reestruturação completa da área, funcionários, fiscalização e conclusão de obras.
Para completar minha esposa teve no final de julho, uma péssima experiência com um funcionário, que não sabe respeitar as pessoas e tem atitudes agressivas e des-
respeitosas. Sei que não somos os únicos descontentes e pediria a sua atenção a outras cartas que sequem com reivindicações e inclusive uma encaminhada por mim em junho de 1998, afim de agora serem tomadas as devidas providências.
Quero que saiba que estou ao dispor para qualquer esclarecimento e ou pro-
postas de pontos básicos e urgentes. Com todo apreço
Ademir Pivari _____________
Matrícula n°65258-0
Ilmos. Sr. Ademar Moesia de Albuquerque – Diretor Executivo – FAX (21) 262-3143
Sr. Milton Menezes de Araújo Jorge - Presidente Nacional
Sr. Sérgio Cabrera - Diretor Regional de São Paulo – FAX (11) 220-6715
Prezados Senhores
A justificativa ao pedido encaminhado à 26 de junho último é linda! Como
sempre os integrantes das salas de escritórios refrigeradas não tomam e não levam
em consideração as reivindicações dos pobres associados. Como no Brasil é tudo
assim, porque os diretores e o CCB seriam diferentes?
Só os idiotas como eu e outros sócios que usam , colaboram e frequentam,
poderiam pensar em ter o trabalho de se dirigir aos “GOVERNANTES PODEROSOS”!
É ridícula esta resposta às nossas reivindicações que visam melhorar a
Instituição; mas o que esperar, depois de tudo o que se tem visto acontecer no CCB
nos últimos 10 anos. O Camping da Barra já era! Alguns serão terceirizados ; só
falta alguns serem “privatizados”.
O Camping de Campos de Jordão, que em Julho de 2000 é mais caro, não tem:
· Cantina decente! Cada ano é de um proprietário, por não dar lucro.
· Camping vazio sempre.
· Sauna não funciona.
· Quadra de esportes ruim e abandonada.
· Casa de guarda camping improvisada, numa área que foi feita para ser o salão de lazer dos campistas.
· Trayler abandonado em local nobre de acampamento.
· Antena coletiva, não tem. O sócio precisa de instalar parabólica.
TUDO ISTO HÁ ANOS ! Apesar de reclamações feitas em anos passados.
Gostaríamos de saber se no Recreio dos Bandeirantes, no Clube dos 500, e
Camping de Ubatuba , reduto de diretores do CCB e sócios que permanecem anos a fio
fixos em seus módulos, utilizando a área como casa de praia e campo, como conseguem ficar nestes meses de alta temporada .Pois para os coitados dos campistas que viajam e utilizam todos os outros campings, muitas vezes nesses locais não encontram lugar decente para ficar.
Quanto ao jornal O Campista eu não o recebo desde setembro de 1999.
Inclusive, tive que atualizar endereço, após recebimento de correspondência para isto,
embora não tenha mudado de residência.
Para encerrar, um conselho ( se adiantar ) :
O CCB não deve explorar o campista, deve explorar o CAMPISMO; seja
diferente do Brasil, que explora o turista e não o TURISMO.
IMPORTANTE - Não aceito cargo de diretor, como “ TAPA BOCA” como me foi
oferecido anos atrás, quando de outras sugestões.
Ademir Pivari
Bom, acho que após estas cartas e apelos apresentados acima, não preciso nem falar nada sobre o camping SP-02 e os problemas que são derivados da atual situação do CCB.
Estes e outros problemas são muito freqüentes em outros campings da rede, como também pôde ser observado nas cartas anteriormente apresentadas.
Tive problemas também no camping de Ubatuba-I, SP-04. No ano passado (2002), passei por uma desagradável surpresa, sendo vítima de um abuso de autoridade, sendo o fato documentado pela carta a seguir que enviei em forma de recurso de penalidade e que, é claro, não obtive nenhuma resposta, tampouco uma confirmação de recebimento da mesma. Fui definitivamente ignorado pelos dirigentes do CCB:
Ao Camping Clube do Brasil
Venho por meio desta, entrar com recurso à minha penalidade de Suspensão por 90 (noventa) dias, deliberada pela comissão Nacional de Disciplina, reunida em 27 de fevereiro último, baseado no artigo 27 do Estatuto Social.
A decisão foi tomada, segundo a carta que recebi, em razão ao “inadequado” comportamento de que o dependente Marcos Pivari, ou seja, EU, ao “recusar a atender recomendações de funcionários do Camping de Ubatuba I, quando lá estive acampado no dia 20 de fevereiro, quanto a procedimentos durante o horário de silêncio e Parqueamento de Veículos, em desacordo com os itens 05 e 15 do Regulamento de uso dos Campings.
Senhores, No dia citado, estava acampado há dois dias, e desconhecia a ordem de não ser permitida a presença de meu veículo nas dependências, já que nos campings de Campos do Jordão e da Serrinha, onde passo a maior parte do ano acampado, é permitido estacionar os carros tanto na área de barracas quanto na área de trailers. Acho que se isso não procede no camping de Ubatuba, o campista deveria ser avisado logo na entrada da ficha, mesmo considerando o fato de os funcionários do Camping nunca terem me dado um cartão de estacionamento, alegando estar em falta. Ora, senhores, como querem que o campista adivinhe que uma regra está presente, sendo que a obrigação de emitir um cartão de estacionamento para a segurança de nossos próprios equipamentos, não é cumprida pelos funcionários e principalmente pelo Guarda-Camping que, por sinal, não foi visto em nenhum daqueles dias daquele feriado.
Naquela noite, cheguei da praia e estacionei meu carro ao lado de minha barraca. Estava uma chuva torrencial e já passava das 23:10 (vinte e três horas e dez minutos) quando fui acordado por um funcionário do camping não identificado batendo na lona de minha barraca e tentando iluminar o interior da mesma com sua lanterna. Fui avisado então que meu carro devia ser tirado imediatamente. Argumentei com o funcionário que já estava dormindo e que se já havia passado de 23:00 (vinte e três horas). PELA REGRA DO ESTATUTO, o portão já devia ter sido TRANCADO e já não teria chance de retirar meu veículo. O funcionário então me disse que ainda dava tempo para sair. Indignado pelo guarda camping Luis ter infringido as regras parqueamento (já que o mesmo devia ter trancado o portão às 23:00), também por ter sido acordado com pancadas de lanterna na lona de minha barraca, estar dormindo, e caindo uma forte chuva, recusei-me a tirar o carro e PERGUNTEI O NOME DO FUNCIONÁRIO QUE VEIO BATER NA LONA DE MINHA BARRACA, DESRESPEITANDO MINHA PRIVACIDADE e o horário de silêncio. O funcionário desconhecido, simplesmente falou:
-Se entenda com o Guarda-Camping!
Virou se de costas e foi embora sem ter se identificado como solicitei.
Esfriei minha cabeça e o resto dos dias retirava meu veículo e o guardava no estacionamento sem nenhuma segurança, vigilância, e em péssimo estado de conservação. O guarda Camping? Não o-vi, mas também não iria perder meu feriado “caçando” o administrador do camping que deveria estar presente principalmente nestas datas festivas.
Gostaria de saber também quando é que infringi a regras do horário de silêncio, pois ao deixar o carro, não perturbei nenhum dos demais campistas com alto som, mas, acho que foi o próprio funcionário do camping que quebrou o horário de silêncio, desrespeitando minha privacidade e meu SONO, quando às 23:10 veio me acordar nas situações já explicadas.
Gostaria de pedir a extinção desta penalidade em forma de suspensão e que fossem tomadas as cabíveis providências com relação aos funcionários do Camping que deviam usar de BOM SENSO E ÉTICA PROFISSIONAL para administrar uma entidade tão respeitada como o Camping Clube do Brasil.
Gostaria de aproveitar este recurso para colocar os erros que posso verificar todas as vezes que acampo em algum dos campings da rede e principalmente no CCB de UBATUBA-I.
No último feriado acampado, pude notar várias irregularidades completamente IGNORADAS pelo atual administrador Luís. Ao entrar, novamente fui informado de que o papel do estacionamento estava NOVAMENTE em falta, bastando mostrar a pulseirinha (que cá pra nós, em qualquer armarinho se encontra em abundância para comprar). Os campistas assim, não têm noção das regras do camping, principalmente de Parqueamento. Não fui acompanhado por nenhum funcionário do camping até a montagem de minha barraca e erros como este, resultam na seguinte situação:

Foto atual (Páscoa de 2002)
Esta carreta-barraca (de outro campista) está claramente montada indevidamente, pois vim no último dia, “adivinhar” que neste pedaço a beira-praia, só são permitidas barracas pequenas. Isto somente vim a saber, pois a Campista proprietária do equipamento estava indignada.O guarda-camping no último dia do feriado, disse que ela não poderia ter montado aquele equipamento naquele lugar. Ora senhores!!! Ao meu ver, o funcionário devia ter advertido a moça no momento de sua chegada e não no último dia, no qual, qualquer transtorno previsto na regra já teria se concretizado. No dia da chegada da Campista com sua família, o funcionário deveria acompanhá-la para apresentar o camping e ditar as regras. Nem mesmo uma mísera placa há neste local advertindo de que ali é única e exclusivamente para barracas pequenas. (Rezo para que esta campista não tenha recebido uma suspensão por isto também.)

Este Motor Home, apelidado carinhosamente de “Monstro-Home”, está simplesmente apodrecendo em uma das vagas do camping. Como pode ser visto nas fotos, é uma grande montanha de lixo, ferrugem e de foco de doenças sérias como a DENGUE, por exemplo. O camping pode ser até seriamente multado pela defesa sanitária por isso.

O interior do mesmo, nem é preciso falar nada senhores. Vejam!

Outra questão muito importante é a permanência dos trailers nos Campings. Pelo que sei, o equipamento não pode permanecer numa dependência por vários meses, mas estes tipos de coisa não são bem seguidos. Como vemos na foto anterior, verdadeiras casas de veraneio são montadas sob os toldos dos trailers e barracas. Parece-me impossível que fogões de quatro e seis bocas, geladeiras de grande porte, freezers, mesas de madeira, tapetes, verdadeiros pisos paviflex, sejam montados dessa maneira nos equipamentos em trânsito. Acho também impossível que o administrador não tenha visto tamanha imprudência dos campistas.
De acordo com meus conhecimentos, não é permitida a lavagem de equipamentos nas dependências dos campings da rede, mas o que vemos é que durante semana, os funcionários pagos por fora, se utilizam dos equipamentos de limpeza do camping e da água paga com o dinheiro do associado, para fazer a lavagem e embelezamento das maravilhosas “mansões” que permanecem lá a vida toda, sendo apelidadas carinhosamente como ”RODAS-QUADRADAS”.

Até as barracas se encaixam nesta linha de mansões. Elas contêm: fogão de quatro bocas, pia com água em seu interior, antena parabólica e muitos outros itens evidenciando o grande prazo de permanência nas dependências do CCB e até caracterizando-se: Moradia.

Vejam estas vagas de trailers e lugares nas ruas internas que são tomados por barcos, carretas e Jet Skis que entulham as dependências. Verdadeiros depósitos de ferragens e sucatas que parecem que o campista trouxe de sua casa da capital, por falta de espaço de armazenagem. Este tipo de coisa pode ser visto em áreas para a montagem de barracas, representado na foto a seguir.

Área de barracas entre a cantina e o banheiro.
Gostaria de salientar o fato ocorrido no último Reveillon no camping do recreio dos Bandeirantes.
No dia 26 de dezembro passado, fui acampar no Rio de Janeiro Simplesmente no dia em que cheguei não havia nenhum chuveiro quente no camping inteiro. Como pode num camping grande como aquele abrigando uma festa das proporções da de fim de ano, o camping não possuir um chuveiro quente. Os aquecedores a gás, que haviam sido apresentados para os campistas via jornal O Campista, eram somente lenda, pois o CCB instalou-os em apenas uma bateria de banheiros e não prestou a manutenção adequada, pois já haviam quebrado e largados de lado dando lugar à duchas Corona desativadas. Após ter sido destratado pelo guarda-camping de lá, liguei imediatamente à central do Rio de Janeiro e comuniquei à atendente que resolveu o meu problema e no dia seguinte os chuveiros chegaram. SINTO APENAS NO FATO DE MINHA ATUAL SUSPENSÃO, NÃO TER ENTRADO EM CONTATO COM O CCB DO FATO OCORRIDO. Mas espero com isto a compreensão quanto ao meu recurso.
Gostaria de dizer que o fato da penalidade me deixou muito indignado e como de costume ultimamente, muito envergonhado com o CCB. A coisa que mais gosto de fazer na vida é acampar e tinha como maior ícone do campismo no Brasil, o CCB. Mas tais funções sem um pingo de ética e bom senso, me fazem pensar se o campismo do Brasil tem jeito. Esta carta com fotos estará em breve publicada na Internet, sempre recebendo dados e indignações de quem luta por um campismo justo. Será publicada nos sites de busca com o Nome do CCB. Espero que assim possamos ter um CCB mais justo e com a moral lá em cima do jeito que sempre foi.
Grato à atenção.
Marcos Pivari
Como podemos notar, vários problemas acontecem nas dependências do camping clube e pouco é feito para a melhora. Estudando o Estatuto Social , pude ver na seção de Regulamento de Uso dos Campings, que nos itens 9 e 10 está claramente escrito:
9) Em qualquer regime de freqüência, não será permitido o acampamento por mais de 45(quarenta e cinco) dias consecutivos em um mesmo camping, ou mesmo por períodos menores quando ficar caracterizada a condição de moradia, considerando-se como interrupção do acampamento, para esse efeito, a ausência do associado e/ou seus dependentes e convidados por 30(trinta) dias, pelo menos;
10) Não será permitida a permanência de qualquer equipamento por mais de 90(noventa) dias consecutivos em um mesmo camping, findos os quais o material será recolhido, correndo todos os ônus e responsabilidades por conta do associado, considerando-se como interrupção da permanência, para esse efeito, a ausência do equipamento por 30(trinta) dias, pelo menos;
É incrível como isto é possível, observando o nível de MORADIA em que se apresentam trailers e barracas nos campings da rede e principalmente no SP-04. E o que acho pior é que no momento o CCB estuda uma maneira de incentivar ainda mais esta prática, pois o jornal O Campista deste último mês traz a notícia de que a direção nacional estuda uma maneira de beneficiar e bonificar os mensalistas que permanecerem muito tempo nas chamadas OM (ocupações mensais) 9 (nove) meses ininterruptamente. Agora o velho problema de o campista não encontrar vagas nos campings irá recomeçar e os campistas instalados nos campings continuarão criando vícios e dominarão definitivamente o espaço tornando a vida do campista em trânsito um verdadeiro pesadelo.
Quanto ao artigo 5° das Resoluções da direção Nacional: Não é permitida a permanência de embarcações a motor nas áreas de acampamento. Podemos ver por fotos que isto não é respeitado.
Que vergonha CCB!!!
Agora me encontro na seguinte situação, Sr Luiz Cláudio da Silva:
Acabo de completar meus 24 anos e assim, perco meu direito de ser sócio do Camping Clube do Brasil.
Amo o campismo e quero de coração ajudar e ver o CCB ascendendo novamente aos patamares de Clube Modelo que promove o Campismo como ele deve ser.
Agora pergunto: Vale a pena investir mais ou menos R$ 700,00 num título de uma associação que nem sei se estará viva daqui há algum tempo? Será que valerá a pena pagar R$35,00 por mês para ser mal tratado e ignorado quando quero fazer valer os meus direitos de sócio? Pagar para ser agredido ou ameaçado por administradores e funcionários dos campings como já aconteceu? Ser cobrado para ver regras de estatuto sendo quebradas por colegas campistas e não ter o direito de reclamar? Assistindo aos campings que tanto amo sendo vendidos, perdidos ou jogados fora, como exemplos os campings de: Barra da Tijuca-RJ, Antonina-PR, Friburgo (RJ-02), Atafona (RJ-11), Salto Grande (SP-10), Blumenau (SC-03), Salvador (BA-02), São Luiz (Ma-01), Brasília (DF-01) e agora o de Maceió (Al-01)? Ficam no ar estas questões.
Aguardo ansiosamente uma RESPOSTA e uma estreita e longa conversa para que possa melhorar a situação do CCB. Não quero um cargo e sim quero oferecer o meu APOIO aos dirigentes do clube para que eu possa amanhã, com minha futura família, desfrutar como sócio-proprietário dos recursos naturais, prazeres do campismo, da infra-estrutura e do respeito, educação e disciplina dos colegas campistas. Tudo em ótimas condições como foi idealizado por Ricardo Menescal na hora da fundação do CCB.
Ponho-me à disposição para qualquer esclarecimento.
Um abraço.
Marcos Pivari
Como resposta, o Sr. Presidente Luís Cláudio da Silva, disse ao associado Marcos Pivari que presenciou todas as deficiências do Camping de Campos do Jordão e que o mesmo necessitaria de uma revitalização. Disse que o departamento de obras iria entrar em ação após o dia 21 de junho de 2003. Bem, foi feito o mínimo dos mínimos. A sauna voltou a funcionar de vez em quando, mas para isso depende da boa vontade dos campistas, porque se depender do guarda camping... O cantineiro que residia nas dependências foi mandado embora, mas a cantina continua não funcionando bem para os campistas até hoje. O Salão de lazer está como deixado anteriormente, largado às traças e sem nenhum modo de utilização. As porteiras foram trocadas por outras de material inferior, mas fazem bem seu papel hoje. Foram trocadas algumas instalações elétricas, mas as mesmas continuam precárias. Fato que ocorre todo ano, pelo menos uma vez, é que por falta de pagamentos de conta de energia elétrica, o camping fica mais de uma semana sem o serviço. O restante dos problemas perdura até hoje... dois anos após os acontecidos. Realmente o que o presidente afirmou na carta-resposta não se realizou. O Sr. Luís Cláudio negou que o guarda-camping tivesse recebido cópias da carta, mas o associado não entende como o mesmo sabia do conteúdo delas sem tê-las lido. -Vidente que ele não é, diz o campista. O presidente também explicou sobre a carta do Sr. José Eduardo Nogueira Villela sobre as questões de titularidade e vantagens dos sócios. O presidente também explicou a desativação dos campings citados no relatório de Marcos Pivari e ainda citou muitos outros, mostrando ao associado e agora aos demais campistas que assim como o CCB perdeu 17 (dezessete) campings, poderá perder assim os restantes por deixarem de ser interessantes para o clube ou por déficits. Tal desculpa, para o associado Marcos Pivari, quer dizer má administração do clube, pois se for dessa maneira, fecham-se todos os campings da rede e vive-se da receita das mensalidades pagas pelos associados. Tais campings poderiam deixar de ser interessantes para a diretoria executiva, por necessitarem de mais pulso, mas nunca seriam desinteressantes aos campistas que contavam com mais de 17 endereços nobres em cidades turísticas que agora não existem mais. Para Marcos Pivari, este episódio só comprovou a má administração que passa hoje o Camping Clube do Brasil, pois a resposta veio repletas de desculpas sobre desativações de campings e sistemas de títulos de propriedade, uma promessa não cumprida de revitalização do Camping SP-02 Campos do Jordão e simplesmente NENHUMA explicação sobre as críticas ao camping SP-04 Ubatuba- Maranduba. Todas as denúncias procedem até hoje, sem nenhuma providência do Camping Clube do Brasil que continua permitindo estacionamento de embarcações e acúmulo de trastes nas áreas acampáveis e outras peculiaridades. Ressalta o associado que, no caso do camping de Campos do Jordão, o jornal “O Campista” (quando entregue) e o site do Clube continuam fazendo a PROPAGENDA ENGANOSA de equipamentos e atrativos que NÃO EXISTEM ou NÃO FUNCIONAM no camping.
Sr. Presidente Nacional do Camping Clube do Brasil.São Paulo, 02 de agosto de 2002. Prezado Sr. Milton Araújo Jorge: É com lealdade, respeito e companheirismo que escrevo a Vsa algumas observações e ocorrências vivenciadas nos Campings freqüentados em janeiro, fevereiro, março, maio, junho e julho de 2002 por mim e por minha família. Em janeiro de 2002, estivemos no SP-03 e encontramos amigos e seus familiares satisfeitos com a boa administração do Camping. A cantina fora reativada por uma pessoa muito alegre e amiga dos campistas. Presenciamos, também, que, ali, há uma boa administração. Seguimos viagem para o Paraná e pernoitamos no PR-03. Fomos bem recebidos pelo “guarda-camping”, mas nos decepcionamos com o estado de desativação daquele: a cantina fechada, o pavilhão desativado e pouquíssimos equipamentos desocupados. Continuamos nossa viagem e chegamos ao camping PR-04, bem conservado, com a cantina desativada, “guarda-camping” atuante, prestativo, responsável, mas desmotivado com a pequena freqüência de campistas. A seguir, passamos ao camping SC-02, onde tivemos dificuldades para localizá-lo por falta de indicações, orientações e ficamos decepcionados e tristes pela falta de conservação nas cercas, nos banheiros e na cantina que estava sendo reativada em situações precárias. Desculpamo-nos ao “guarda-camping” e seguimos viagem ao sul do país, tendo ficado em campings particulares que também apresentaram pouca freqüência de campistas, porém com melhores instalações e preços compatíveis com a realidade brasileira atual, com pernoites variando de R$ 7,00 a R$ 10,00 reais por pessoa. Retornamos da nossa viagem de aproximadamente 25 dias e ficamos tristes por presenciar que nossos campings estavam morrendo, não sabendo ainda, qual o principal motivo. Em fevereiro, passamos o Carnaval no SP-04 e notamos que o “guarda-camping” é diferente dos outros, pois pouco fala e não se apresenta como “guarda-camping” como é o costume. Apesar deste camping possuir características próprias : portaria à frente da praia, quiosque na praia, meio de identificação de campistas (o que considero fundamental para nossa segurança) e recepcionistas alegres e prestativas. Acreditamos que o camping possa melhorar com a reforma dos banheiros, manutenção de bombas e limpeza geral diárias nas áreas do camping, principalmente nas temporadas e feriados prolongados. A freqüência de associados diminuiu em relação ao Carnaval de 2001. A cantina permitiu a retirada de telefones públicos e diminuição de freqüentadores. (resultado negativo). Em marco de 2002, passamos dias agradáveis com amigos no Clube dos 500 e notamos que a cantina estava sendo desativada. O número de campistas vem diminuindo também Clube dos 500 – SP-01. Em maio, participamos da XXX FESTA DE QUEIJOS E VINHOS no RJ-06. Não notamos nenhum fato novo que nos desagradasse. Aproveitamos a oportunidade para parabenizar o pessoal da cantina daquele clube. Há necessidade de manutenção nos banheiros e troca de aquecedores. Não podemos falar do “guarda-camping” pois tivemos poucos contatos. A Festa Junina, realizada por alguns sócios, por sua livre e espontânea vontade, IIIº FESTA, que já está se tornando tradição no SP-02, ocorreu no dia 29/06 e foi um sucesso, o que poderá ser comprovada pelas fotos tiradas pelo campista Hilton, amante de Campos do Jordão. (nós também). Participamos da Festa Junina e passamos alguns dias de julho junto com amigos no SP-02 e fomos surpreendidos por malandros, ladrões que furtaram Motor-Homes, Traillers, e automóveis (radio de um deles), escolhendo objetos de maior valor, o que nos trouxe grande tristeza e insegurança junto à natureza. Acreditamos que algo “estranho”, “esquisito”, internamente esteja ocorrendo no SP-02 e pedimos a esta Presidência, junto com seus presidentes regionais, investigação e apuração dos fatos. Verificamos que, talvez, por hábitos adquiridos anteriormente, pessoas não acompanhadas, visitantes, moradores das proximidades estejam freqüentando durante a semana e aos finais de semana as dependências do SP-02, por serem amigos de funcionários, transformando a administração de um clube em administração doméstica, caseira, portanto, inadmissível, apesar de poucos conhecimentos que tenho de administração do CCB. O SP-02 necessita de maior atenção por parte da Administração Geral do CCB, comentário feito ao Dr. Jory França, na XXX FESTA DE QUEIJOS E VINHOS e pedi a ele que conversasse com os administradores, objetivando o término das obras do Pavilhão Superior, reativação da sauna, término da cerca, manutenção periódica dos banheiros e não solicitei a reforma dos portões porque não sabia que eles não existiam (FALTA DE SEGURANÇA). Acredito que os relatos dos últimos acontecimentos no SP-02 sejam do conhecimento de Vsa, pois boletins de ocorrência foram feitos, relatórios devem ter sido entregues à administração central, inclusive cartas de outros sócios. Existem outras coisas “estranhas” acontecendo no SP-02, que, informalmente, em outra oportunidade, gostaria de conversar com Vsa, talvez na Festa do Chopp, no Clube dos 500, que ocorrerá em breve. Esclareço que tanto o “guarda-camping” – Sr. Enoque e o inspetor Sr. João (Clube dos 500) que lá esteve no dia seguinte ao furto, a meu pedido, com o conhecimento do “guarda-camping”, são conhecedores de problemas e das insatisfações de campistas que freqüentam o SP-02. Por outro lado, sugiro que se façam dependências junto à portaria para o “guarda-camping”, pois é inadmissível pagarmos uma casa enorme fora do camping. Aproveito a oportunidade, também, para encaminhar algumas sugestões que talvez sejam benéficas para a melhoria constante da qualidade administrativa do CCB, e, conseqüentemente, a satisfação dos clientes-sócios que necessitam ser ouvidos, que precisam participar mais das ações, de conhecer a missão do clube, de saber das metas a serem atingidas, das situações em que se encontram as propriedades (sócio-proprietário), da divulgação através do Jornal “O Campista”, sobre receitas, despesas, estatutos atualizados, nº de associados-proprietários ou não, nº de sócios série AP e AC, dívidas com as prefeituras, ações trabalhistas etc. Há necessidade de maior transparência administrativa, inclusive para a divulgação de datas de eleições regionais e nacional, com lealdade, envolvimento e comprometimento nas ações com visão de futuro, neste momento difícil de crise que o mundo esta passando. Não posso entender como uma pessoa pode ficar sócia de um clube (série passaporte) por R$ 194,00, isento de manutenção por 12 meses, válido por 01 ano, podendo ser renovado por mais 01 ano com 30% de desconto, para duas pessoas,e, outro, que adquire um título série AA – com taxa de Manutenção de R$ 35,50 x 12 = 426,00 ao ano (considerado familiar) mais o valor do título que desconheço o valor !!! Concluo que sócios-proprietários pagam a manutenção para os sócios das séries AP e AC, ou seja, um casal com título proprietário antigo paga por um ano R$ 426,00 de manutenção e um casal com título passaporte paga R$ 194,00 por ano, ou seja, R$ 23,00 de entrada mais 3 prestações de R$ 65,00, num total de R$ 218,00, quase a metade de R$ 426,00. No 2º ano, renova por R$ 135,00 (à vista) o que aumenta, consideravelmente, a diferença entre SÉRIE AA / SÉRIE AP. Parece-me que sócios antigos, que possuem filhos com mais de 25 anos, com título série AA, são otários. Proponho estudos para o remanejamento de “guarda-campings”, entre os campings, a cada três anos, para eliminar em alguns casos, vícios e insatisfações que acabam provocando desinteresses e estagnação administrativa. (Desmotivação). Proponho, também, que os “guarda-campings” participem dos lucros e prejuízos causados ao CCB, quando de sua administração, com responsabilidade, envolvimento e comprometimento às ações do clube e lealdade aos campistas. Atualmente, há muita falta de emprego e acredito que o CCB não encontrará dificuldades para contratar pessoas capazes e honestas as quais poderão gerenciar de forma saudável nossos patrimônios. Aprendi em administração que o pagamento em dias dos funcionários é de fundamental importância, desde que exista a relação trabalho x salário, caso contrário, há o naufrágio administrativo. Mais uma vez, agradeço a atenção e coloco-me a disposição, na certeza que este relato e desabafo terão eco e um retorno desta administração, que possui 36 anos de experiência, com 39 propriedades espalhadas pelo Território Nacional, sendo 10 campings homologados, consistindo assim, “ A Família CCB “. Cordialmente José Eduardo Nogueira Villela Matrícula Nº 28813-7.
Sr. Presidente Nacional do Camping Clube do Brasil
São Paulo, 5 de agosto de 2002 Prezado Dr. Milton
Como já nos falamos por telefone e você me concedeu a liberdade de mandar esta carta para o seu consultório, o faço afim de que possa mais rapidamente tomar conhecimento de vários problemas no SP-02 ( Campos do Jordão ) e, aproveito para junto encaminhar outras cartas que estão sendo enviadas à diretoria por outros campistas também descontentes. Somos campistas, alguns com mais condições, outros menos, mas todos temos o mesmo sentimento de comunidade e curtem esse relacionamento. Uns podem e gostam quando vão tomar chá no Toriba, ou na tia Kaffee, ou ouvir uma música no centro de Capivari, mas todos compartilham de conversas e lorotas ao redor da churrasqueira no camping, a pinguinha “três coronéis”do vizinho, ou mesmo curtir o frio junto à lareira da cantina. Antigamente, tínhamos todos, esses momentos. O Camping era acolhedor, seguro, agradável, pois tem nesta área uma das melhores, como também a RJ-06 ( Serrinha) e outras tantas. Mas penso que o Camping Clube deve ter como objetivo agradar a todos os seus sócios e não sòmente manter conservadas áreas onde ficam seus diretores, a fim de que possamos incentivar mais o campismo no nosso país. Por esse motivo, pessoas como nós que freqüentamos anos a fio ( 10, 15,20 anos) o Sp-02, venho por meio desta expressar o meu descontentamento a tudo que fomos perdendo e talvez sermos os próximos dissidentes, como já vimos tantos se afastarem. Já não temos a nossa lareira, a cantina está em mãos de pessoa que não está interessada em servir, apenas ter um lugar para dormir, sendo a cozinha mal aparelhada e com falta de higiene. Não temos mais a sauna, as quadras, a obra do salão, que poderia ser uma maravilha para o convívio dos campistas, está parada. Faltam cercas, portões e tudo o mais se deteriorando por falta de gerenciamento e conservação do nosso patrimônio. Por causa de tudo isso a segurança também se encontra ameaçada, entrando qualquer pessoa, ocorrendo diversos furtos em traylers, barracas e carros. Pessoas que se dizem amigos de funcionários e usufruem a cantina (existe só para beber pinga e jogar bilhar) se aproveitando à noite enquanto o vigia dorme. Estamos nos sentindo lesados por não termos mais as instalações que constam no jornal do Camping e agora, também na parte física. Creio que por tudo isso, o SP-02, merece uma atenção mais cuidadosa por parte da diretoria, talvez fazendo uma reestruturação completa da área, funcionários, fiscalização e conclusão de obras. Para completar minha esposa teve no final de julho, uma péssima experiência com um funcionário, que não sabe respeitar as pessoas e tem atitudes agressivas e des- respeitosas. Sei que não somos os únicos descontentes e pediria a sua atenção a outras cartas que sequem com reivindicações e inclusive uma encaminhada por mim em junho de 1998, afim de agora serem tomadas as devidas providências. Quero que saiba que estou ao dispor para qualquer esclarecimento e ou pro- postas de pontos básicos e urgentes. Com todo apreço Ademir Pivari _____________ Matrícula n°65258-0
São Paulo, 7 de julho de 2000Ao Camping Clube do Brasil
Ilmos. Sr. Ademar Moesia de Albuquerque – Diretor Executivo – FAX (21) 262-3143 Sr. Milton Menezes de Araújo Jorge - Presidente Nacional Sr. Sérgio Cabrera - Diretor Regional de São Paulo – FAX (11) 220-6715
Prezados Senhores
A justificativa ao pedido encaminhado à 26 de junho último é linda! Como sempre os integrantes das salas de escritórios refrigeradas não tomam e não levam em consideração as reivindicações dos pobres associados. Como no Brasil é tudo assim, porque os diretores e o CCB seriam diferentes? Só os idiotas como eu e outros sócios que usam , colaboram e frequentam, poderiam pensar em ter o trabalho de se dirigir aos “GOVERNANTES PODEROSOS”! É ridícula esta resposta às nossas reivindicações que visam melhorar a Instituição; mas o que esperar, depois de tudo o que se tem visto acontecer no CCB nos últimos 10 anos. O Camping da Barra já era! Alguns serão terceirizados ; só falta alguns serem “privatizados”. O Camping de Campos de Jordão, que em Julho de 2000 é mais caro, não tem: · Cantina decente! Cada ano é de um proprietário, por não dar lucro. · Camping vazio sempre. · Sauna não funciona. · Quadra de esportes ruim e abandonada. · Casa de guarda camping improvisada, numa área que foi feita para ser o salão de lazer dos campistas. · Trayler abandonado em local nobre de acampamento. · Antena coletiva, não tem. O sócio precisa de instalar parabólica. TUDO ISTO HÁ ANOS ! Apesar de reclamações feitas em anos passados. Gostaríamos de saber se no Recreio dos Bandeirantes, no Clube dos 500, e Camping de Ubatuba , reduto de diretores do CCB e sócios que permanecem anos a fio fixos em seus módulos, utilizando a área como casa de praia e campo, como conseguem ficar nestes meses de alta temporada .Pois para os coitados dos campistas que viajam e utilizam todos os outros campings, muitas vezes nesses locais não encontram lugar decente para ficar. Quanto ao jornal O Campista eu não o recebo desde setembro de 1999. Inclusive, tive que atualizar endereço, após recebimento de correspondência para isto, embora não tenha mudado de residência. Para encerrar, um conselho ( se adiantar ) : O CCB não deve explorar o campista, deve explorar o CAMPISMO; seja diferente do Brasil, que explora o turista e não o TURISMO. IMPORTANTE - Não aceito cargo de diretor, como “ TAPA BOCA” como me foi oferecido anos atrás, quando de outras sugestões.
Ademir Pivari
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